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“A presente geração tem tudo para ser mais bem preparada o que não quer dizer mais feliz” “A presente geração tem tudo para ser mais  bem preparada o que não quer dizer mais feliz”

Gerações 50 e 60 (7) – Pedro Moreira

“A presente geração tem tudo para ser mais bem preparada o que não quer dizer mais feliz”

É uma voz conhecida da RDP/Açores, mas foi no Diário dos Açores que começou o caminho enquanto jornalista. Pedro Moreira recordou o seu tempo de infância, as iscas de fígado e os torresmos que apareciam mais nas nossas mesas. Garantindo que o mundo laboral hoje está diferente, o micaelense afirma que já não há profissões ou empregos para a vida toda. A sua ligação com a internet é a dita normal, mas não tem dúvidas de que “entre estar no Facebook e ter uma conversa “face-to-face”” prefere a segunda. De entre muitos outros temas, o jornalista aproveitou a...

“Voltamos mais fortes e confiantes para enfrentar as dificuldades do dia-a-ia e cria-se um ambiente de irmandade”

Entrevista com o mestre de romeiros de Rabo de Peixe, Paulo Pereira

Há 24 anos, Paulo Pereira ou Irmão Paulinho, como todos os romeiros o conhecem, integra o rancho da sua terra que, como é tradição, é o maior rancho da ilha de S. Miguel e, este ano, pela primeira vez, terá a acrescida responsabilidade de ser o Mestre e, portanto, aquele que tem a missão de zelar pelo bem-estar espiritual, psicológico e físico de todos os irmãos do rancho. Paulo Pereira confessa que está muito confiante, porquanto conta com a colaboração de todos os irmãos romeiros. Confessa que a primeira vez que foi correr a ilha, foi mais numa ilusão de saber o que era uma romaria, mas a partir dali diz que é algo que se sente e, quando chega a quaresma, algo fala mais alto, não sendo para ele nenhum sacrifício, mais sim uma resposta a um chamamento de Deus.

Ordenado de colaboradora da ATA passou de 1.554 para 3.095 euros e foi recusada a acta da Assembleia Geral desta decisão

Relatório da Ernst & Young Audit & Associados encomendado pelo Governo levanta suspeitas

A  consultora Ernst & Young Audit & Associados, que esteve a fazer uma auditoria à ATA por solicitação do Governo dos Açores,  viu recusado pela Associação de Turismo dos Açores,...
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Edição de 18 de Abril de 2019

Editorial

Maria Corisca

Meus Queridos! Tenho seguido o desnorte que por aí vai sobre o chamado “escândalo familiar” no Governo do meu querido Primeiro-ministro António Costa. O homem, com a sagacidade política que se reconhece, já virou a agulha do disco e tornou-se no arauto da moralidade no Governo, fazendo de conta que nada sabia e desconhecia a rede familiar formada por ministros que são maridos, mulheres, pais, filhas… e um conjunto de parentes afins do primeiro ao terceiro grau, que vão desde adjuntos, assessores e técnicos especialistas… Pelo meio de tudo isso ficaram chamuscados o sempre moralista Cavaco Silva, que veio a público “excomungar” o parentesco no Governo de Costa e depois teve de engolir que nos seus governos também houve cinco ou seis pecados iguais, e o proverbial comentador Marques Mendes, que depois de dizer do caso o que Maomé não disse do toucinho, teve de se mostrar arrependido como Egas Moniz… da mulher também ter servido no Governo em que ele era Ministro ou afim… Mas, o que mais me comove é a pressa em fazer leis para regular o parentesco a incluir no Governo, como se tivesse de ser preciso legislar para que os políticos chamados ao Governo não sejam tentados a pecar… Trata-se de uma questão de ética e essa não se resolve com leis. Ela deve resultar do ADN de quem se propõe servir a causa pública e não dela se servir… É uma questão também de carácter… e por isso não se entende a fuga prá frente feita pelo meu querido Presidente Marcelo, com a apresentação de um Decreto - Lei sobre o acesso familiar ao desempenho de funções na Presidência da República. Cheira-me que essa pressa é uma estucada que Marcelo quer dar em Cavaco, que teve ao serviço da sua presidência uma cunhada também… Mas, o desnorte continua, quando depois do que se tem dito e escrito sobre as incompatibilidades dos deputados, o PS volta atrás e vai votar contra a proposta do PSD de permitir que os deputados pudessem intervir em processos das Sociedades onde  e para quem trabalham… Dizem que se trata de uma proposta de pura transparência, mas esquecem que tal proibição que agora se pretende retomar, respeita apenas a processos onde o Estado ou serviços públicos sejam parte… quando o cerne da questão está na feitura da legislação, que como se sabe, passou a ser encomendada aos gabinetes de advogados, e aprovada depois pelos advogados/deputados desses gabinetes que pululam no Parlamento sem qualquer restrição para o exercício da sua profissão… Tenham dó, não nos façam passar por tolos… ‘Tá?!

  • 14 abril 2019
  • Autor: CA

Meus Queridos! António Costa parece a Rainha Santa a “distribuir oferendas” e anunciando mundos e fundos para investimentos que nem sequer terá tempo de lançar a concurso no mandato desta “geringonça”, que expira o prazo de validade daqui a cinco meses… isto é, em Outubro próximo… O entusiasmo do chefe do Governo em lançar o anzol aos eleitores com tantas promessas faz com que todas, por junto, já dão para encher dois ou três orçamentos, e enquanto o Primeiro-ministro anda a prometer, deixa o “pobre” do Secretário-geral do PS sem tempo para falar de coisas sérias, a começar pela Europa, que vai a eleições dentro de pouco mais de um mês… e andam os seus dirigentes aos bonés sem saber o dia de amanhã… Foi pena, o meu querido Presidente Marcelo ter acordado há poucochinho tempo para uma situação que já existe há anos, e que diz respeito à  falta de qualidade dos dirigentes europeus, como ele declarou, e bem, há poucos dias… O jornal que tão generosamente me acolhe no seu seio tem vindo semana após semana a “pregar” sobre tão crua realidade… mas não consegue encontrar o “cú” da agulha  por onde sair-se de tão grande pântano… e pelos vistos, todos os candidatos à Europa têm vistas tão curtas sobre o momento delicado em que vive a EU… porque em campanha falam da sua aldeia e das falhas do Governo, esquecendo que precisamos é de saber o pensamento político de cada candidato para a Europa de hoje e de amanhã… E depois queixem-se dos eleitores ficarem à margem deste processo eleitoral, aumentando a abstenção em sinal de indiferença, porque nada de sério foi discutido… Fico sem saber se não falam das questões da Europa porque os partidos que representam não têm pensamento político sobre a Europa, ou se os candidatos não têm conhecimento e saber para o fazer… e por isso falam de banalidades que nem entra no ouvido… Tenham dó!

  • 7 abril 2019
  • Autor: CA
  • 24 março 2019
  • Autor: CA

Opinião

  • 18 abril 2019
  • Autor: CA