Refletir sobre os direitos das crianças

O Correio dos Açores assinala, hoje, dia 1 de Junho, o Dia da Criança, com alguns depoimentos de crianças, pais e professores, tendo em vista assinalar a data que constitui um dia muito especial para se dar uma maior atenção a um ser desprotegido, que merece todo o carinho e ternura, pois tantas são as que crescem sem o amor e o afecto dos seus progenitores.
Este é um dia que deve ser tempo de refletir sobre os direitos das crianças, pois muitas continuam a passar fome, a serem maltratadas e a sofrerem de maus tratos, mesmo nos países desenvolvidos. 
Por isso, o Dia Mundial da Criança deve continuar ser celebrado, pois importa cumprir o espírito que esteve subjacente à sua criação, mormente todos os princípios da Declaração Universal.
De acordo com os princípios estabelecidos na Declaração dos Direitos da Criança, proclamada por Resolução da Assembleia Geral de 20 de Novembro de 1959 da Unicef: A criança deve ser protegida contra as práticas que possam fomentar a discriminação racial, religiosa, ou de qualquer outra índole; Deve ser educada dentro de um espírito de compreensão, tolerância, amizade entre os povos, paz e fraternidade universais e com plena consciência de que deve consagrar suas energias e aptidões ao serviço de seus semelhantes.
Este é um dia em que devemos olhar para as crianças com a esperança de que no futuro teremos uma sociedade que se preocupa com esta flor mais bela do planeta, que é cada uma das crianças, independentemente da cor, da raça ou da religião ou mesmo do seu estatuto social. 
Todos somos poucos para contribuir para que este mundo seja um lugar onde todas as crianças se sintam felizes, com carinho, alimentação, educação e formação adequadas, e não lhes falte o calor de um colo aconchegador.
As Nações Unidas, ao criarem este dia dedicado à criança, pretenderam reconhecer às crianças, independentemente da raça, cor, sexo, religião e origem nacional ou social, o direito ao afecto, amor e compreensão; a uma alimentação adequada; aos cuidados médicos; à educação gratuita; à protecção contra todas as formas de exploração; e crescer num clima de Paz e Fraternidade universais.
Ainda que as celebrações do 1 de Junho não tenham conduzido ainda ao cumprimento cabal de todos os princípios da Declaração Universal, o Dia Mundial da Criança deve continuar a ser celebrado, pois importa almejar pelo espírito que esteve subjacente à sua criação.

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