25 de junho de 2019

O leonismo promotor da solidariedade

O Lions Clube de Rabo de Peixe tem uma nova direção para estar à frente dos destinos daquele Clube promotor de solidariedade social, dando continuidade àquilo que são as atividades que, anualmente, são levadas a cabo, sobretudo na Vila de Rabo de Peixe.
Apesar dos afazeres da vida, os membros lions dão o melhor de si, com sentido de responsabilidade e solidariedade, sempre num espírito de companheirismo, que são de facto algumas das características do leonismo e que devem ser cultivadas, persistemente.
Sentido de responsabilidade, na medida em que se promete na tomada de posse cumprir os objectivos e o código de ética do lionísmo, que é a maior instituição de serviço do mundo; e um espírito de companheirismo porque ele é a base da união e da fraternidade que se constrói entre todos os lions.
O Lions motiva todos quantos a ele aderem a servir as outras pessoas e trabalhar em prol dos que mais precisam.
Foram inúmeras as atividades levadas a cabo no mandato que agora termina e presidido por Natalino de Viveiros, porque servir é procurar fazer nosso o problema dos outros e abraçar com grande entusiasmo as tarefas lionisticas, como contributo para ajudar a solucionar os problemas sociais da nossa terra.
Trabalho nunca falta, quando há gosto e interesse, para se continuar a trabalhar em prol do leonismo, que é o mesmo que dizer, em prol das pessoas, pois os meios para o concretizar vão aparecendo. Haja vontade e os lions são capazes de transformar um pouco o nosso mundo.
O Lions Clube de Rabo de Peixe, o mais novo Clube da Ilha e fundado em 30 de Junho de 2005, apareceu como instrumento privilegiado para dinamizar iniciativas no âmbito da cultura e solidariedade social, ao serviço da população da Vila. E é precisamente isto o que tem sido feito.
Esta organização foi fundada nos Estados Unidos em 10 de outubro de 1917, por Melvin Jones e transformou-se num movimento internacional em 1920, quando foi fundado um Lions Club no Canadá. Dentre as ações realizadas estão a construção de hospitais, equipamentos escolares, a criação de workshops para jovens com deficiência física, prestação de ajuda em situações de calamidades, entre outros.
A partir de então, o Lions Clubs International constitui-se numa organização internacional de clubes de serviço, agregando os diversos clubes espalhados por tudo o mundo e cujo objetivo é promover o entendimento entre as pessoas em uma escala internacional, atender a causas humanitárias, e promover trabalhos voltados a comunidades locais. Hoje em dia conta com mais de 46 mil clubes locais em 200 países e 1,5 milhões de membros.
O movimento lions nasceu na ilha de São Miguel, a 8 de Outubro de 1979 por iniciativa de 30 cidadãos e é o mais antigo dos Açores e já foi um dos maiores do país. Aqui, são 6 os Clubes que desenvolvem a sua atividade e estão integrados na Divisão 14, do Distrito 115 Centro Sul de Portugal.  
A próxima grande iniciativa que está nas mãos dos lions diz respeito ao encontro internacional de juventude, que vai decorrer na Ilha de São Miguel, no mês de julho e trata-se do Acampamento Internacional Lions Açores que, numa organização do Lions Clube de Vila Franca do Campo, vai trazer a esta ilha jovens de vários países do mundo, numa viagem de descoberta e de conhecimento da nossa Região.
É a primeira vez que os Açores vão receber um evento lionístico com estas caraterísticas, cuja organização tem a colaboração dos Lions de toda a ilha, tendo em vista o melhor acolhimento dos jovens visitantes, em ambiente familiar, e posteriormente, na concretização de atividades durante o período do próprio acampamento.
Trata-se de um momento que irá para proporcionar aos jovens visitantes uma oportunidade para conhecerem os Açores, experiência que ficará para o resto das suas vidas, com a certeza de que o fazermos para continuar a servir. Está no “ADN” deste movimento esta missão de tornar este mundo mais fraterno e acolhedor.
 

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Categorias: Opinião

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