AIR Centre deve ser motor de um maior conhecimento

 O Director Regional da Ciência e Tecnologia afirmou, no Brasil, que o AIR Centre deve assumir o “papel de dinamizador de mais e melhores intercâmbios” na área da ciência, “facilitando o estabelecimento de mais parcerias e projectos partilhados”.
 “Apenas com um conhecimento profundo de diferentes realidades é que seremos capazes de trabalhar em rede e colaborar no desenvolvimento científico”, frisou Bruno Pacheco, que falava em Salvador, na Bahia, no painel ‘The Collaborative Blue Economy’, no âmbito do evento ‘Fostering Innovation Networks for the Blue Economy’, integrado na inauguração do AIR Centre Bahia.
 Este evento, organizado pelo AIR Centre e pelo Governo do Estado da Bahia, contou com a participação de cientistas, académicos, empresários, decisores políticos e ativistas de organizações não governamentais.
 “Tivemos a oportunidade de, durante dois dias, continuar a construir a ideia de rede, à qual está associado o AIR Centre, projetando iniciativas conjuntas, sempre com a visão de ‘desafio global, impacto local’”, disse Bruno Pacheco. Com painéis e sessões de trabalho em várias temáticas inscritas na agenda científica das ‘Interacções Atlânticas’, este evento também decorreu no âmbito das actividades promovidas pelos outros pólos do AIR Centre no Brasil, nomeadamente no Rio de Janeiro e no Ceará, que vai ter continuidade nos próximos meses.
 “Há a necessidade imperiosa do AIR Centre assumir também o papel de facilitador, por forma a podermos assistir ao surgimento de mais projectos de base científica e tecnológica, lançando programas de mobilidade bilaterais e multilaterais”, salientou Bruno Pacheco. 
“Esta é uma das principais conclusões a que chegamos neste encontro”, referiu, acrescentando que, “para consolidar a rede, é fundamental que se lancem, sob a égide do AIR Centre, programas que promovam essa mobilidade no âmbito dos pré e pós projetos, não só para investigadores e estudantes de formação avançada, mas também para empreendedores e outras entidades do sistema científico”.
 Segundo Bruno Pacheco, “na perspectiva do Governo dos Açores, a participação activa na rede também é uma forma de criarmos oportunidades para as entidades do Sistema Científico e Tecnológico dos Açores”.

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Autor: CA

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