“Toda a vida de Octaviano Mota é um exemplo de quem nunca recusou nada aos Açores e que sempre trabalhou para ter sucesso”

É um exemplo de vida e de dedicação aos Açores. É assim que o Presidente da Casa do Povo do Pico da Pedra falou de Octaviano Mota, na cerimónia de descerramento da placa com o nome do picopedrense atribuído ao Campos de Futsal da freguesia.
Para José Maria Jorge, esta homenagem justifica-se: “Ele já foi homenageado várias vezes, até como sócio benemérito, mas era uma necessidade imperiosa perpetuar o nome de Octaviano Mota, já que Onésimo Teotónio de Almeida (também ele natural do Pico da Pedra) já  tem o seu perpetuado na Biblioteca. Portanto, realça, era uma questão de justiça, porque este filho do Pico da Pedra também nunca cortou o cordão umbilical com a freguesia e doravante ficará também com o seu nome inscrito e para que seja conhecido pelas gerações vindadouras, pois importam que saibam quem foi. 
José Maria Jorge destacou o empenho que Octaviano Mota teve na concretização do campo de jogos, pois quando desempenhou o cargo de Secretário do Trabalho sempre defendeu que o Governo devia colaborar.
Toda a vida de Octaviano Mota é um exemplo de quem nunca recusou nada aos Açores e que sempre trabalhou para ter sucesso. Basta ver, disse o Presidente da Casa do Povo de Pico da Pedra, que nasceu numa freguesia pobre mas isso nunca o impediu de concretizar os seus sonhos e de ajudar o pai, que tinha uma mercearia. 
“Ainda criança ajudava o pai a vender chá porta-a-porta (na altura não se falava de exploração infantil), estudou, foi para o continente continuar os estudos, vingou, e chegou a director financeiro da Nestlé. Mota Amaral enquanto Presidente do Governo convida-o para Secretário do Trabalho, e aceita. Regressa à Nestlé e depois, Gualter Furtado, enquanto Secretário das Finanças, convida-o para director do BCA, Portanto, Octaviano Mota é um homem que deu muito aos Açores e todos os cargos que desempenhou, como eu disse às crianças que estavam na cerimónia, foi fruto de muito trabalho. Não se faz nada sem trabalho”. 
José Maria Jorge destacou ainda o facto de Octaviano Mota, mesmo tendo saído dos Açores, “nunca esqueceu o Pico da Pedra nem os Açores”. 
                       

N.C.
 

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Autor: CA

Categorias: Regional

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