25 de setembro de 2019

Agenda construtiva e reivindicativa em vez de uma agenda corrosiva

Aproximamo-nos do dia 6 de outubro para elegermos os 5 deputados Açorianos que nos irão representar na Assembleia da República. Quanto mais força tiverem os deputados para defender uma agenda construtiva e reivindicativa, é certo que teremos Mais Açores e Mais Portugal teremos. 
Neste caminho eleitoral que se quer de informação e de uma agenda construtiva e reivindicativa para os Açores, importa referenciar áreas de interesse imperioso para o reforço da Autonomia e a qualidade de serviço públicos centrais. É bom exemplo aquela que é a agenda do PS/Açores com uma agenda construtiva e reivindicativa. É o caso do fortalecimento dos poderes e intervenção dos Açores na gestão e exploração do mar dos Açores; da criação de um círculo eleitoral europeu para os Açores ou o de garantir a descontaminação integral das zonas afetadas na Terceira - neste particular o trabalho do Presidente do Governo tem sido incansável, ao ponto de Robert Sherman , antigo embaixador dos EUA em Portugal, referenciar no seu livro que “Do meu ponto de vista, o Vasco Cordeiro é um defensor apaixonado dos Açores, e quer cuidar, de forma muito próxima do povo Açoriano”
Prescindiu-se de uma agenda construtiva e reivindicativa quando se recebeu com honras de visita aqueles que nos veem como uns “míseros” 12000 votantes, dando lugar desta forma a uma agenda corrosiva.
Prescindiu-se de uma agenda construtiva e reivindicativa quando se tentou apagar que o PSD nos mandou recorrer à banca em caso de calamidade, dando espaço a uma agenda corrosiva.
Prescindiu-se de uma agenda construtiva e reivindicativa quando o PSD, enquanto empobrecia a população, afirmava que não haveria qualquer intervenção no Aeroporto da Horta ou, nos dias de hoje, quando afirma que nada se fez pela cadeia de Ponta Delgada (contrariamente ao que já foi realizado), dando, com estes comportamentos políticos, lugar a uma agenda corrosiva.
Prescindiu-se de uma agenda construtiva e reivindicativa quando se promete reverter o atual modelo de acessibilidades aéreas, como que lembrando o tratamento do ministro do PSD que manteve a proposta do Governo dos Açores na gaveta durante anos, construindo assim uma agenda corrosiva.
Esta agenda corrosiva é um caderno de encargos que coloca o partido à frente dos Açores. Importa concertação e diálogo críticos, mas construtivos.
Naqueles que são os compromissos e responsabilidades do Governo da República é certo que nem tudo correu bem e da forma como seria exigível perante a região que produz 30% do leite e 50% do queijo a nível nacional e onde 97% do país é mar e muito desse mar é mar dos Açores, mas é muito mais certo que este Governo da República valoriza mais as autonomistas que o anterior Governo.  São efetivamente os Açores que dão dimensão a Portugal, na sua imagem externa perante aquele que é um recurso natural para a tecnologia e desenvolvimento futuros. Só se terá Mais Portugal, afirmando os Açores. E os Açores afirmam-se sempre que o seu povo e autonomia são respeitados. 
 

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Categorias: Opinião

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