2 de outubro de 2019

Ganhos em saúde conseguem-se pela qualidade das abordagens e do conhecimento dos profissionais, diz Suzete Frias

A importância de melhorar os níveis de informação e conhecimento e assegurar o desenvolvimento de competências técnicas que permitam aumentar a qualificação e a especialização dos profissionais foi destaca pela Directora Regional da Prevenção.
 “Esta acção pretender reforçar o conhecimento dos modelos de tratamento em comportamentos aditivos e dependências, os instrumentos de trabalho e as respostas disponíveis e normalizadas existentes”, frisou Suzete Frias, que falava na abertura de uma ação de formação que se prolonga até Sexta-feira.
 A Direcção Regional de Prevenção e Combate às Dependências, em parceria com o SICAD, promove a realização desta formação com dois módulos, abrangendo ‘Modelos de Tratamento’ e ‘Intervenção Precoce, Instrumentos de Rastreio e Intervenções Preventivas em Comportamentos Aditivos e Dependências’. Relativamente ao tratamento, pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos e competências sobre os processos e modelos de tratamento em comportamentos aditivos e dependências e fiquem a conhecer as condições e formas de aplicação dos conhecimentos baseados na evidência, nos diferentes contextos em que decorre o tratamento.
No que respeita à intervenção precoce, instrumentos de rastreio e intervenções preventivas em comportamentos aditivos e dependências, o objectivo é compreender a interação e influência entre os fatores de risco e de protecção, capacitando os profissionais para a intervenção junto dos jovens e para abordagens na área do desenvolvimento de comportamentos de aditivos, vinculação familiar, escolar e social, influência dos pares,  vulnerabilidade e  resiliência. “Pretende deste modo dotar também os profissionais de competências operacionais para a aplicação de instrumentos de rastreio e avaliação para uma intervenção o mais precoce possível neste âmbito”, referiu a Directora Regional.
Esta formação, que conta com cerca de sete dezenas de formandos, oriundos de diversos serviços, como Equipas de Intervenção em CAD (USI e IPSS), autarquias, hospitais, Centros de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil e ISSA, aborda assim as respostas disponíveis que assentam em diversos recursos preventivos e terapêuticos, sempre sob o princípio da centralidade do cidadão, atendendo às necessidades, aos recursos pessoais e familiares e ao prognóstico, independentemente do objecto de dependência.
 

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Autor: CA

Categorias: Regional

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