Face a Face...! com o advogado Paulo Gusmão

“Nos Açores vegeta-se na bonança do socialismo...”

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Chamo-me Paulo Gusmão. Paulo Domingos Alves de Albergaria Botelho de Gusmão. 
Paulo (pequeno, como eu sou, não de tamanho, nem de espírito, espero, mas face à grandeza da Verdadeira Perfeição); Domingos (do Senhor: meus pais conheceram-se à porta da Igreja de São Domingos de Gusmão, em Lisboa, e transmitiram-me essa profunda devoção de família); Alves (de Alvares: madeirense do início do povoamento, por minha querida mãe); de Albergaria (descendente legítimo dos primeiros Capitães-donatários das nossas ilhas de São Miguel e Santa Maria); Botelho de Gusmão (vilafranquense de alma e coração).

Fale-nos do seu percurso de vida no campo académico, profissional e social.
Ao que saberão, sou advogado a tempo inteiro; fui deputado, penso que dedicado, por oito anos, na minha década de jovem de vinte anos; dedico-me à música por gosto e fé; e mantenho a tradição de família, como proprietário, como fizeram todos as 15 gerações que me antecederam nestas ilhas, administrando aquilo que me foi confiado por herança, doação ou compra. Na verdade, ser proprietário, profissão que o meu saudoso pai ainda exercia em exclusivo, é sobretudo um conjunto de deveres: administrar é dar utilidade àquilo que nos é confiado e deixar às gerações seguintes aquilo que recebemos, se possível preservado e melhorado.

Como se define a nível profissional?
No estilo, no espírito e nos valores, um advogado à moda antiga. Na qualidade, não me defino, nem espero que os outros o façam. Dou o meu melhor pelo melhor que as pessoas têm. Quando decidi ser advogado, o meu pai confrontou-me com a necessidade de ter de defender quem não tivesse razão. Dizem os princípios liberais do direito que todos merecem defesa. Diz-me o meu compromisso com o meu pai, que Deus tenha, que só o faço a quem o merece, ainda que possa não ter a razão toda.

Quais as suas responsabilidades?
Deus, Pátria, Família, Propriedade e Autonomia. Se quiser, explico. Não é Estado Novo, está muito antes e muito depois disso, com todo o respeito pela memória histórica. Sinto-me responsável por transmitir os valores cristãos que recebi; por dar o meu melhor pela Pátria comum que nos une; por deixar à próxima geração o legado familiar que tive a honra de receber; por não defraudar o nosso património, garante primeiro de subsistência da casa e ajuda aos que mais precisam; e, vivendo, de sangue, há seiscentos anos nestas ilhas, contribuir para o nosso bem-estar colectivo, os nossos direitos cívicos e a nossa liberdade de pensamento e de acção enquanto açoreanos.

Que impactos tem o desaparecimento da família tradicional numa sociedade insular como a açoriana?
A família tradicional, feita à imagem da Casa de Nazaré, a mais nobre das casas dos homens, é feita de pai e mãe. Já agora, diga-se, aos preconceitos de hoje, mãe menor de idade e pai adoptivo. Não conheço nenhum açoreano, por mais tolices que apregoem, perdoe-me a expressão, que não tenha nascido de pai e mãe. Onde se diferencia então a família açoreana de hoje? Talvez na falta de Fé, na falta do próprio sentido de família, mas esse é problema que cabe à Santa Madre Igreja, nós todos, assumir, lutando pela construção de uma sociedade mais unida, mais feliz e mais compreensiva consigo própria. No fundo, ao contrário do que se pensa, a sociedade está a tornar-se muito mais fechada e puritana. Pouco se perdoa e procura-se um perfeccionismo que nunca existirá no mundo dos homens, penso. Uma coisa são os nossos valores sólidos, outra os nossos erros, que todos temos. Mas se por cada erro destruímos uma base da nossa sociedade, no fim não fica nada. A família tem de ser mais compreensiva entre si, se quer seguir em frente. A Igreja tem de voltar a apontar caminhos de vida e não apenas soluções políticas. 

Como descreve a família de hoje e que espaço lhe reserva?
A família de hoje é a de sempre, passado, presente e futuro, é a base de tudo. Os sem família (diferente dos que apenas são solteiros), os sem família por militância ideológica, esses, na verdade, também a têm, mas sem futuro, só a do seu passado. Passe a comparação animalista, e, portanto, bem actual, são como as mulas que não dão cria. Não há nenhum ser humano sem família. Quando muito não conhecida, concedo. Mas todos a têm. A diferença é termos família só no passado ou sermos família no presente e no futuro. Portanto, logicamente, o futuro é da família. Os outros, os sem família por ideologia, voltarão ao pó da terra, sem que outro pó os substitua. Felizmente… Desculpe.

A relação entre pais e filhos é, quase sempre, foco de tensões...
Só há foco de tensões entre uma geração e a outra quando não se conseguem transmitir os mesmos valores. A próxima geração é sempre a nossa guarda avançada, tal como a anterior é sempre o nosso reduto. Só há tensões quando uma geração, ao invés de transmitir o que recebeu, se acha dona da verdade e transmite novos conceitos sem sequer os saber defender. Um problema mais dos pais do que dos filhos. Quebram a cadeia natural da vida, sem saber estar à altura. É um mal, admito, dos nossos tempos, mas penso, transitório; apesar de conservador, sou um optimista por natureza. Acontece em gerações anteriores, pouco preparadas para os loucos dias de hoje, que têm aspirações para os filhos acima das suas vivências, às quais não conseguem dar resposta, por ambiciosas demais, mas será certamente, espero, uma fase de adaptação do nosso tempo.

Que importância têm os amigos?
Toda. Família, Lagoa, Vila Franca, Seminário, Angra, Conservatório, Lisboa, Universidade, Partidos, Coros, Monárquicos, Confrades… Como dizia Miguel Esteves Cardoso, a dificuldade não é ter amigos, mas mantê-los. Estimo muito os meus amigos, faço por os conservar ao longo da vida, mas nem sempre é fácil para quem já viveu em vários mundos. Mesmo assim, há sempre aqueles que “saíram de circulação”, mas, quando nos reencontramos ao fim de 10 ou 20 anos, parece que continuamos a nossa cúmplice conversa de ontem.

Que sonhos alimentou em criança?
O exemplo dos meus pais e da minha família. Adaptando ao meu tempo e à minha forma de pensar. Deus deu-me a graça de os concretizar todos. Sobretudo a família. No entanto, não desisto da vida por isso. Mas, claro, quando esta terminar, morro feliz. Missão cumprida.


Qual o seu clube de futebol? É um adepto ferrenho (...)?
Só entrei num estádio, em estudante, para assistir a um concerto, Portugal ao Vivo: Resistência, Madre Deus, Trovante e outros clubes bons assim… Isso de ver tipos a correr atrás de uma bola, confesso, acho muito primário. É arte de subúrbios, que me perdoem. Mais admiro a arte de quem enfrenta a vida. A bravura, a elegância, o ambiente festivo, o prestígio do animal, o toque do clarim, a secular tradição, o cheiro a terra em tardes de Domingo, o público a rigor com a elegante vaidade das suas moças, a união de espíritos, as regras ancestrais e a educação de quem se apresenta em praça e que, por mais contrariado que esteja, não prega um pontapé no adversário, enfim, um gelado dos castiços ambulantes, no final uma bifana como só há na Terceira. Eu sei. Esta entrevista é para micaelenses a quem isto não diz nada e que eu muito respeito. Mas a maior liberdade e integridade do homem é dizer o que pensa e não o que cai bem ao seu público. E eu confesso muitas saudades de jovem na Praça de Angra, a nossa cidade-mãe.

O que mais o incomoda nos outros?
Devo pensar é o que eu mais me faço incomodar aos outros. De qualquer modo, penso que será recíproco: a falta de respeito. Mas, como dizia o nosso prior de São José esta semana, não pode haver falhas que consideremos imperdoáveis, pois o que nos distingue como cristãos é o perdão absoluto, 70x7.Mas, claro, longe de ser imperdoável, este tu cá tu lá, esta sobranceria colectiva de tratar o próximo como os jornalistas de Lisboa tratam os seus convidados, conforme aprenderam na sua melhor fonte de educação, nas saudosas tascas do Bairro Alto, entre dois copos de “pontapé não lembro onde” e “a vai com todos”, estará longe de ser a nossa forma de estar e respeitar o próximo, por mais humilde que seja. Já os mais pseudo-letrados de outrora, vindos de sítio nenhum, tinham essa dita. Somos uma sociedade cristã, todos Senhores à imagem e semelhança de Deus. Nivelando por cima e não pela mediocridade. Confesso, admiro os sábios, os que lutaram e vingaram na vida, os que transmitem a educação e a elegância que receberam do berço, admiro do mesmo modo as pessoas simples, os homens do campo, as velhinhas da tradição, os jovens saudáveis no agir e no falar dos confins da freguesia, até os marginais que foram traídos pela má cabeça, mas mantêm a grandeza do coração; agora, o meu pecado é mesmo com os pretensiosos, os donos da verdade, os que sabem tudo. Enfim, estou longe de ser perfeito. Como dizia um grande amigo meu, após um pequeno lapso de protocolo, “para que saibam que também sou humano”…

Que características mais admira no sexo oposto?
A beleza, a inteligência, a boa disposição e sobretudo a liberdade de ainda poderem dar origem a esta pergunta, a qual, daqui a dez ou vinte anos, caso o mundo não mude de caminho, será inconstitucional, anti-europeia, proibida penalmente e politicamente incorrecta…

Gosta de ler? Diga o nome de um livro de eleição.
A Bíblia. O maior best-seller da História. Sempre actual. Sem fanatismos de voltar às raízes, pois que só cá chegou pela tradição. De toda, o livro de Lucas na passagem do Nascimento. A descrição da noite de Natal, a mais bucólica que o mundo nos deu.

Como se relaciona com o manancial de informação que inunda as redes sociais?
Muito bem. Só vejo quando quero e o que entendo por bem.

Costuma ler jornais?
Devotamente, O Diabo, um espaço de liberdade, desde os tempos de estudante. Antigamente, também o Independente e, na Região, este velho baluarte da Autonomia em dias domingueiros.

Se desempenhasse um cargo governativo descreva uma das medidas que tomaria?
Extinguia o ensino obrigatório. O homem nasceu para ser feliz. Não para atingir patamares.

Gosta de viajar? Que viagem mais gostou de fazer?
Gosto razoavelmente, mas não perco muito tempo com isso. Certamente, a minha melhor viagem foi ir para Angra em 1989.

Quais são os seus gostos gastronómicos? E qual é o seu prato preferido?
Dos Açores profundos: as velhas sopas do Espírito Santo, à moda de cada ilha; os torresmos frescos e quentes após a matança; o nosso cozido em enxofre; o típico bife à Alcides; a canja, em dia de festa; as lapas, de qualquer forma; o polvo, em vinho de cheiro; a alcatara; o peixe na sertã; o guisado de carne; a caçoula; a açorda; o molho de Santa Maria; as caldeiradas de peixe do Pico; enfim, isto não acaba, os nossos Açores…

Que notícia gostaria de encontrar amanhã no jornal?
Habemus Papam!

Qual a máxima que o inspira?
Antes morrer livres do que em paz sujeitos.

Em que Época histórica gostaria de ter vivido?
Em 2020. Não há melhor tempo do que o nosso. O único que podemos melhorar. O antigo já foi, e não somos ninguém para o julgar. O futuro ainda não veio e não sabemos o que julgarão de nós os vindouros. Pelo que só resta este tempo: o nosso, aquele em que podemos construir e realizar os nossos sonhos. E, já agora, contribuir para fazer menos penosos os caminhos daqueles que ficaram muito longe de realizar os seus.

O que pensa da Política? Gostava de ser um participante activo?
Em cada voto há um participante activo. Sinto-me bem assim.

Que opinião tem sobre os políticos?
Excelente. Pena é não haver muitos, no verdadeiro sentido da palavra. Aqueles que se dedicam à Polis, na sua origem grega, coisa diferente daqueles que arranjaram um bom lugar na Pólis. Mas, felizmente, mesmo entre nós, há sempre alguns que o são, independentemente agora das suas convicções ou ideologias.

A abstenção preocupa-o?
Nada contra. É um direito cívico de cada cidadão manifestar-se contra o regime, não votando. Não compreendo a intolerância perante essa legítima atitude.

Porque não é fácil a alternância democrática num sistema eleitoral como o que existe nos Açores?
O nosso sistema é, e, também modéstia à parte, tenho muita honra em ter, embora de forma simples, contribuído para ele, na nossa nova lei, dos mais democráticos que existem na Europa, pois aproveita todos os votos. Só falta a possibilidade de listas abertas, em que cada eleitor possa escolher os seus deputados, independentemente do Partido. Mas, julgo, poderemos ser a primeira Região a fazê-lo, tal como fomos a primeira em Portugal a respeitar todos os votos. Não valem de nada as candidaturas independentes se primeiro não se consagrarem as listas abertas, pois, como é compreensível, na prática, salvo alguma candidatura mais conhecida ou mais apoiada, ficará tudo igual.

Que prespectiva faz das próximas eleições legislativas regionais?
Independentemente de quem ganhar, serão seguramente o início de um novo ciclo. A alternância apresenta-se com um candidato vencedor, o nosso estimado e sensato Presidente, Dr. José Manuel Bolieiro, com o apoio do prestigiado colega Dr. Pedro Nascimento Cabral, na frente do PPD, pelo que irão seguramente crescer.
Na diversidade, apresentam-se candidaturas muita ricas, como nunca tivemos: o Dr. Nuno Gomes, um verdadeiro democrata-cristão de vida feita, com o Dr. Frederico Sampaio, um conhecedor do Partido, pelo CDS-PP; o meu grande amigo José Pacheco, activista e sempre dedicado, com o seu cordato líder regional do Chega, Carlos Furtado; o antigo deputado Nuno Barata Almeida e Sousa, lutador com provas dadas pela Autonomia, pelo Iniciativa Liberal; o nosso Eng. João Pacheco como mandatário e padrinho do Aliança, que nos Açores ainda poderá ter uma palavra a dizer; e, claro, em sigla, o nosso velho PPM, embora ainda não tenha compreendido muito bem ao que vem o candidato escolhido. 
Na continuação, a candidatura do Dr. Vasco Cordeiro, que merece o meu respeito, até pelo seu percurso, apresenta-se com estabilidade e sem os sobressaltos do Governo da República, embora, mesmo assim, como é fácil de antever, por razões até de princípio, esteja fora do meu campo de opções.
Eleições seguramente muito interessantes.
Isto, claro, para quem não se amarra às velhas mediocridades ultra progressistas do passado, que terão, mesmo assim, o seu espaço entre as classes menos felizes da nossa sociedade, as quais, até pelas suas dificuldades pessoais, a que chamam causas fracturantes, nos merecem o maior respeito, como seres humanos que também o são. 

O rumo que está a seguir a oposição é o correcto para atingir o ambicionado objectivo de vitória nas eleições regionais de 25 de Outubro?  
A democracia é apenas, hoje, o considerado menos mau dos regimes políticos conhecidos. Mas tudo isto, em liberdade, é discutível. A democracia é a soma da maioria ou a consequência da razão trazida por princípios basilares? A democracia deve estar sujeita à vontade efémera de um dia concreto e/ou à vontade ponderada de gerações que se sucedem e amadurecem o seu pensamento? Questões a que o futuro certamente responderá. Os resultados serão bons se continuarem a abrir caminho ao futuro. Tudo o mais é efémero.

Em sua opinião, a estratégia da Região de prevenção para que o vírus não se alastre nas ilhas é a mais correcta?  
Manifesto aqui, antes de mais, a minha solidariedade com as medidas tomadas pelos nossos órgãos de governo próprio da Região. Tenho a profunda convicção, até por maioritariamente os conhecer pessoalmente, que tudo quanto fizeram foi em prol da nossa terra. 
Permita-me apenas a liberdade de opinião que registe alguma desorientação temporal das medidas tomadas. Concordo em absoluto com aqueles que fecharam as suas fronteiras para evitar a entrada do vírus. E também compreendo perfeitamente aqueles que optaram por não fechar economias por causa disso. São opções. Legítimas e justificáveis. Só me custa a compreender a hesitação. Como dizia o meu velho e saudoso Amigo Dr. Mário Machado: ou é ou não é. Portanto, ou se tinha tido a coragem de fechar as fronteiras antes de tudo e éramos uma Região livre disso ou, já não o sendo, fazíamos o que fazemos hoje: parte do mundo, com vigilância. Não compreendo bem, e há-de haver quem um dia explique isso, quem se lembrou de, já depois de termos o vírus, fechar fronteiras e fechar concelhos. Fechar tudo! Não lembra a ninguém. Ou se fecha por fora ou se fecha por dentro. O meio termo é uma governação à faceboock. E o pior para mim é que atirou a nossa Sagrada Autonomia à ávida fome do centralismo estatal liberal e maçon, o qual parece ter em alguns Tribunais quem lhes dê corda. 
Se eu fosse Presidente do Governo dos Açores, perante esta afronta, tinha-me demitido e pedido o apoio do meu povo. 

Na sua opinião, estamos a caminhar para uma crise económica e social sem precedentes devido à Covid-19? 
Os Açores de hoje vivem sobretudo de subsídios. Não têm propriamente riqueza, no sentido de um excedente ou de uma poupança, nem propriamente crise, pois, sendo assim, também não há muito a perder. No fundo, vegeta-se na bonança do socialismo. E a culpa, é preciso que se diga, não é dos pobres do rendimento mínimo. É das nossas pretensas elites, sociais, económicas, e até eclesiásticas, que vendem os princípios que receberam em troca de coisas mais práticas. Contra os extremismos, pelas causas sociais de revista, mas empandeiradas até à medula nesta promiscuição de apoiarem o que socialmente fica bem.
Tenho o maior respeito pelos socialistas a sério. Socialistas, laicos e republicanos. Um dos meus melhores amigos na Assembleia ainda era um desses resistentes. Claro, não têm de ser obrigatoriamente as três coisas, mas ao menos ser mesmo socialista. Não me convencem são os socialistas de ocasião. E este tempo, mesmo que seja de décadas, é apenas uma ocasião. Teve o antes e terá o depois. 

Tem algo mais a acrescentar que considere importante e interessante no âmbito desta entrevista?
Nada mais. Apenas esperança no futuro. Deixe-me que lhe diga que, nos meus tempos de estudante, nunca pensei que um dia pudesse ter tanta gente a defender aquilo que me transmitiram. Em várias vertentes e posições, nunca estivemos tão bem representados como hoje, em candidaturas e projectos, por isso, no dia das eleições, seja qual for o resultado, ficarei muito Feliz. E, mais importante do que isso, voltando ao início, é na família que tudo se constrói, com todas as nossas falhas, incluindo uma geração para vencer. 
Agradeço a entrevista que, por excepção, tive a honra de conceder a este prestigiado jornal, baluarte da nossa Autonomia e edificador da nossa identidade.                                          
 

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Autor: João Paz

Categorias: Regional

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