“Não há nada mais aborrecido do que falar com alguém que não vê para além dos seus problemas”

Que sonhos alimentou em criança?
Ser bailarina e também cabeleireira. Mas vivia muito o imaginário de viver na América.

O que mais o incomoda nos outros? E o que mais admira?
O egocentrismo! Não há nada mais aborrecido do que falar com alguém que não vê para além dos seus problemas ou qualidades. A sabedoria: adoro estar sempre a aprender e admiro quem sabe muito de muita coisa.

Que coisas gostaria de fazer antes de morrer?
Ganhar um Óscar ou um Globo de Ouro, ser mãe e adoptar uma criança.

Gosta de ler? Diga o nome de um livro de eleição.
Sim. Pedras Negras, de Dias de Melo. Tocou-me pessoalmente, principalmente, depois de ter sido, também eu, imigrante nos Estados Unidos da América.

Como se relaciona com a informação que inunda as redes sociais?
Faço um esforço por ignorar, é demasiado ruído, mas há vezes que dou por mim embrenhada nos seus enredos. É preciso estar atento e saber distinguir o que realmente interessa no meio de muito lixo.

Conseguia viver hoje sem telemóvel e internet?
Viver viver conseguia, claro que sim. Se conseguia fazer tudo o que faço hoje sem isso, não. Não desespero na ausência de internet e telemóvel, mas é tão mais fácil com a ajuda deles.

Gosta de viajar? Que viagem mais gostou de fazer?
Sim. Irlanda onde passei duas semanas numa residência artística, curiosamente na área da dança contemporânea, fomos desde Dublin, de autocarro até à costa leste da Irlanda, lindíssimo.

Quais são os seus gostos gastronómicos?
Ui, adoro comer, nem saberia por onde começar. Mexicano, Italiano, Sushi, Korean BBQ, mas na nossa cozinha portuguesa, nunca digo que não a um polvo à lagareiro.

Que notícia gostaria de encontrar amanhã no jornal?
“Estado de Emergência chegou ao fim, a pandemia está oficialmente em regressão.

Qual a máxima que o/a inspira?
“Carpe Diem” fazer sempre o máximo de cada dia para ser  a melhor versão de mim própria.

Em que época histórica gostaria de ter vivido? Porquê?
Anos 60, adoro a moda dessa altura e imagino-me nas lutas pela igualdade de direitos.
 

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Autor: CA

Categorias: Regional

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