Célio Teves é o Presidente da Direcção da Associação Empresarial dos Açores ontem criada

 Célio Teves foi ontem eleito Presidente da Direcção da Associação Empresarial dos Açores numa Assembleia-geral promovida pela comissão instaladora, que reuniu cerca de 100 empresários.
O Presidente da Assembleia-geral da nova Associação Empresarial dos Açores é Afonso Quental.
A Assembleia-geral aprovou os estatutos da Associação que têm por fundamento “contribuir para que as micro, pequenas e médias empresas dos Açores “tenham uma representação efectiva e decisiva no desenvolvimento do tecido empresarial dos Açores, contribuindo activamente para o reconhecimento e valorização das Pequenas e Médias Empresas açorianas como agentes da maior importância para enfrentar os múltiplos desafios que se colocam ao desenvolvimento da nossa Região agora e no futuro”.
A nova Associação Empresarial, com sede em Ponta Delgada, tem consciência de que os desafios “são imensos e o ponto de partida é difícil… mas se forem proporcionadas as condições adequadas às PME’s açorianas, temos a certeza que as empresas e os empresários responderão à altura e seremos a força motriz mais eficaz e capaz de colocar a nossa economia e sociedade ao nível da média dos nossos parceiros europeus”.
São propósitos da Associação Empresarial “garantir as fontes de financiamento adequadas à dinamização e resiliência das Micro, Pequenas e Médias Empresas e fortalecimento do tecido empresarial dos Açores, num contexto de crise pandémica económica e mudanças climáticas, e de alto nível de fiscalidade, associado ao risco de inflação e suas graves consequências no aumento previsível das taxas de juros e de dificuldades de crédito, que obrigam a um esforço redobrado das empresas e empresários”.
É outro objectivo “garantir uma discriminação positiva das PME’s no novo Quadro Comunitário de Apoio 2021-2027 que se encontra em elaboração, nomeadamente em maiores taxas de apoio a fundo perdido e apoio reembolsável e outras majorações associadas à criação de postos de trabalho e transição energética e digitalização”.
Pretende também “garantir critérios mais favoráveis às PME’s no acesso a linhas de crédito do Banco de Fomento, quer em termos de rácios de empresas, maiores montantes de financiamento e prazos mais alargados”.
Entre os objectivos está igualmente o de “garantir mais fundos e mais facilitado acesso aos mecanismos de Capital de Risco disponibilizados e protocolados através do governo dos Açores”.
Quer “garantir a efectivação da realização dos projectos de investimento e os meios necessários às micro, Pequenas e Médias empresas, no apoio ao seu processo de Transição Energética”.
Pretende que “não haja discriminação negativa e desfavorável das Micro, Pequenas e Médias Empresas, nos apoios existentes no continente e que não se aplicam na Região ou cujas taxas de apoio são suspensas”.

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Autor: CA

Categorias: Regional

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