Quinta dos Curubás vai apostar no turismo direccionado para os nómadas digitais Ler mais

Quinta dos Curubás vai apostar no turismo direccionado para os nómadas digitais

Em Vila Franca do Campo, a Quinta dos Curubás, propriedade dos sócios Rui Cabral e Catarina Cymbron quer cativar um novo de turista que ganhou preponderância nesta época de pandemia: o nómada digital. Rui Cabral conta também o conceito por detrás deste empreendimento turístico, revela como foi vivido o último ano e quais as perspectivas desta unidade para os tempos que se avizinham.

Zulmiro Pimentel trabalhou em dois dos 25 moinhos que funcionavam  entre a Boca da Ribeira e a Tronqueira Ler mais

Zulmiro Pimentel trabalhou em dois dos 25 moinhos que funcionavam entre a Boca da Ribeira e a Tronqueira

Depois de sair da escola, com 11 anos, Zulmiro Pimentel ainda tentou ir trabalhar para os serviços florestais, mas a ganhar um escudo por dia e sem receber quando havia mau tempo, optou por ir trabalhar com o pai na vida de moleiro. Iam de manhã até São Pedro Nordestinho buscar o milho e o trigo que iam devolver no dia seguinte já em farinha. “Uma vida grande” que acabou por se dobrar também com o moinho do sogro. Em 1986, uma grande cheia arrasou 19 dos 25 moinhos da Ribeira do Guilherme e após uns anos, Zulmiro Pimentel esteve no moinho da Ribeira dos Caldeirões onde ficou até à reforma. O pó da farinha ainda lhe vem à memória de cada vez que fala na vida que teve e que agora acaba por ser só uma memória do último moleiro da Lomba da Fazenda.

Mercearia e taberna ainda sobrevivem na Lomba da Fazenda mas com pouca venda Ler mais

Mercearia e taberna ainda sobrevivem na Lomba da Fazenda mas com pouca venda

António Pacheco Soares trabalhou na terra até aos 39 anos, mas depois optou por adquirir uma pequena mercearia e taberna para mudar de vida. Recorda-se que em 1980, quando arrancou com o negócio, começava a aparecer nas prateleiras o detergente da loiça e também esta “modernice” passou a fazer parte das prateleiras de madeira. Agora, ainda vai abrir o estabelecimento mas as vendas já são poucas e por isso vai trabalhando o quintal de onde tira o essencial para casa. Até as terras já são outras e nem mesmo o feijão do Nordeste, que era conhecido por não criar bicho, mantém esta tradição.

 

“O apoio governamental destinado ao turismo,  tem sido um balão de oxigénio para acorrer a  situações dramáticas, mas tem sido insuficiente” Ler mais

“O apoio governamental destinado ao turismo, tem sido um balão de oxigénio para acorrer a situações dramáticas, mas tem sido insuficiente”

As Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural é uma associação sem fins lucrativos, criada em 2004 por iniciativa de proprietários. Já com vários galardões e reconhecimentos ao longo dos anos, esta Associação tem representação em oito das nove ilhas dos Açores. Gilberto Vieira é o seu Presidente e aborda, nesta entrevista, a actual situação deste tipo de alojamentos e as expectativas quanto ao Verão que agora se aproxima.

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