“Na Povoação, e custa-me muito mesmo dizer isso pois sou povoacense, a noite e a cultura não são muito amigas” Ler mais

“Na Povoação, e custa-me muito mesmo dizer isso pois sou povoacense, a noite e a cultura não são muito amigas”

Emanuel Bandarra iniciou o seu percurso como músico na Filarmónica União e Amizade, da Lomba do Loução, freguesia de Nossa Senhora dos Remédios, Povoação, quando tinha apenas oito anos de idade. O saxofone faz parte dele e, segundo o nosso entrevistado de hoje, completa-o, pois em muitas situações é o seu porto de desabafo e porto seguro, e que tocando o saxofone os problemas saem da cabeça literalmente e consegue exprimir com mais facilidade a sua alegria ao tocar e sentir os sons que retira do saxofone. Para este músico da Povoação, enveredar pelo caminho musical de forma mais profissional é muito difícil, pelo que infelizmente ainda não vê a nossa Região com as condições para tal, mas com o aumento do sector de turismo que tem vindo a acontecer poderá ser um pouco mais risonho o futuro musical por cá. Emanuel Bandarra confessa-nos que o sector da música se uniu com esta pandemia e houve uma grande entreajuda entre os artistas locais. Por outro lado, para os que vivem apenas da música, não tem sido nada fácil, dado que a música ficou totalmente parada, e infelizmente alguns artistas passaram por grandes dificuldades, e não é fácil para ninguém ficar de um momento para o outro privado de fazer o seu trabalho.

Álvaro de Lemos faz parte da história  “em defesa dos Açores” que garante terem condições para serem independentes Ler mais

Álvaro de Lemos faz parte da história “em defesa dos Açores” que garante terem condições para serem independentes

Aos 78 anos, Álvaro de Lemos tem uma longa história na causa social e na causa independentista da Região. Refere que os pais lhe deram as bases para se empenhar na causa social e foi enquanto comandante dos Bombeiros de Ponta Delgada – e de uma situação que aconteceu com o M.A.P.A. - que reforçou o seu desejo pela independência. Bastante crítico em relação ao sistema político actual, garante que apesar de já não haver grandes indústrias na Região, os Açores ainda poderão ser independentes. A solução está, “como sempre esteve”, no mar.

 

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