Depois de dez anos a viver e trabalhar em Lisboa, Nuno Ponte tem desejo de “ajudar a desenvolver a Região no futuro” com os seus conhecimentos Ler mais

Depois de dez anos a viver e trabalhar em Lisboa, Nuno Ponte tem desejo de “ajudar a desenvolver a Região no futuro” com os seus conhecimentos

Apesar de reconhecer que as grandes oportunidades que existem nos Açores são em menor número, Nuno Ponte tem o desejo de aplicar os seus conhecimentos enquanto consultor de tecnologia no desenvolvimento dos Açores, aonde pretende regressar com a futura mulher, considerando que na Região há muito potencial humano e material.
 

“O Verão tornou-se num Inverno com taxas de ocupação mais reduzidas do que o próprio Inverno” Ler mais

“O Verão tornou-se num Inverno com taxas de ocupação mais reduzidas do que o próprio Inverno”

O Correio dos Açores tem levado a cabo uma série de contactos com estruturas ligados ao sector do turismo na Região para perceber os impactos que a Pandemia de Covid-19 está a ter nesta actividade. Na edição de hoje conversamos com Carlos Morais, sócio-gerente de uma das principais unidades hoteleiras da Ilha do Faial, o Hotel Horta. O empresário revela os “números muito baixos” relativamente às novas reservas, considera que a ideia de criar uma tarifa aérea única poderia beneficiar o turismo regional e teme que, mantendo-se o actual cenário, muitas empresas tenham de despedir funcionários ou mesmo encerrar a a ctividade nos próximos meses.

“Gosto de tocar só aquele tipo de música que  mexe com os meus sentimentos”, diz Carlos Massa que já levou um tema ao Festival da Canção Ler mais

“Gosto de tocar só aquele tipo de música que mexe com os meus sentimentos”, diz Carlos Massa que já levou um tema ao Festival da Canção

Vivendo actualmente em Lisboa, o micaelense Carlos Massa pisou pela primeira vez um palco nos Mosteiros, tinha 13 anos e foi com a sua primeira banda que se chamava Ácidos & Rock. Lembra-se que o som era uma coisa tenebrosa, mas a felicidade que sentia era enorme. Apesar de estar longe dos Açores, traz sempre guardado no coração tudo o que tenha a ver com a terra onde nasceu e viveu intensamente. Este músico açoriano já participou com o tema da sua autoria “Maldito tempo” no Festival da Canção, um tema que considera muito forte que aproveitou para o incluir no seu disco com um arranjo diferente, cujo resultado final é muito bom. De entre os artistas ou projectos musicais portugueses, destaca, entre outros ,os Construção, um magnífico projeto açoriano que nasceu no final dos anos 70 que deixou um disco gravado que, para Carlos Massa, é uma obra de arte que fica no património da música feita nos Açores. Este compositor micaelense confessa que ao olhar para o Massimo (filho do nosso entrevistado) a actuar, ou mesmo quando ele está ao piano a estudar ou a criar alguma coisa é, para ele, como um fogo-de-artifício emocional.

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