A apresentação da obra a “Guerra Civil Portuguesa (1828 – 1834): A Batalha da Praia de 11 de agosto  de 1829 na imprensa internacional e a telegrafia ótica na ilha Terceira” Ler mais

A apresentação da obra a “Guerra Civil Portuguesa (1828 – 1834): A Batalha da Praia de 11 de agosto de 1829 na imprensa internacional e a telegrafia ótica na ilha Terceira”

No passado dia 14 de Dezembro, a obra de Vítor Alves, “Guerra Civil Portuguesa (1828 – 1834): A Batalha da Praia de 11 de agosto de 1829 na imprensa internacional e a telegrafia ótica na ilha Terceira” foi apresentada na Livraria Letras Lavadas, em Ponta Delgada. Visando ecos internacionais, Vítor Alves realizou uma importante pesquisa junto dos órgãos de comunicação social escrita no estrangeiro, conseguindo detetar várias apreensões nacionais e internacionais, relacionadas com a Batalha da Vila da Praia, na altura, alvo da atenção das duas margens do Atlântico. A obra é complementada por uma segunda valência, correspondente ao uso da telegrafia ótica na ilha Terceira, reconstituindo-se uma das mais antigas formas de comunicação naquela ilha, adaptada e replicada em todas as outras: o posto semafórico. A apresentação esteve a cargo do Professor Doutor Sérgio Rezendes, num texto que abaixo se reproduz.

Uma viagem no tempo pela nossa geografia eleitoral Ler mais

Uma viagem no tempo pela nossa geografia eleitoral

As 11 legislaturas do Parlamento dos Açores somam 759 deputados eleitos. Destes, o PSD elegeu 459 (60,4%), o PS 258 (33,9%) e os outros partidos 42 (5,5%). Incluem-se aqui 24 deputados do CDS, 9 do PCP (APU e CDU), 5 do Bloco de Esquerda, 3 do PPM e 1 da Aliança Democrática - Açores. Nos 99 atos eleitorais realizados nas nove ilhas para as 11 eleições legislativas regionais dos últimos 44 anos, o PS venceu 51 vezes por ilha, o PSD 45, a CDU duas (Flores) e o CDS uma (Corvo). O PS venceu em todas as nove ilhas em duas eleições (2008 e 2012) e o PSD apenas o conseguiu nas primeiras (1976).
 

Francisco Furtado é perito em transportes: “poder ser útil aos Açores e ao país é o que me motiva bastante” Ler mais

Francisco Furtado é perito em transportes: “poder ser útil aos Açores e ao país é o que me motiva bastante”

O açoriano Francisco Furtado é um perito da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) em sistemas de transportes e já foi sondado pelo Executivo açoriano para um estudo sobre a problemática dos transportes na Região. Neste momento, está a liderar o projecto de Descarbonização de Transportes em Economias Emergentes na Argentina e vai lançar em Portugal um livro sobre a ferrovia. Considera, a propósito, que a ferrovia de mercadorias em Portugal “é um caso de sucesso” e, por isso, “um caso de estudo na Europa”. Defende que se deve encurtar o tempo na viagem de comboio entre Lisboa e Porto e é de opinião que os portos portugueses “podem estender o seu alcance em terra associados à ferrovia”. Sobre os Açores, elogia a rede viária em São Miguel que permite chegar a toda a ilha no espaço de 30 a 45 minutos. Defende que a mobilidade eléctrica na ilha deve adoptar veículos pesados mais eficientes
 

“Os Conservatórios de Música são a casa-mãe da formação artística qualificada” Ler mais

“Os Conservatórios de Música são a casa-mãe da formação artística qualificada”

O nosso entrevistado, Ricardo Botelho, é o novo Presidente da Direcção da Associação Musical para o desenvolvimento musical dos Açores, vulgo Coro de S. José e está ligado profundamente à música, desde criança, altura em que acompanhava a mãe nos ensaios do Coral de S. José, tendo integrado o Coro do Colégio de São Francisco Xavier. A música e o canto foram-se enraizando no seu dia-a-dia, ao ponto de ingressar no Coro Infanto-Juvenil do Coral de São José e, com apenas 14 anos, transitou para o Coro Sinfónico, no naipe dos tenores, onde ainda hoje se mantém. Ricardo Botelho elege como maior evento musical dos Açores o Festival Monte Verde, pelo seu alcance e notoriedade. O novo Presidente do Coral de S. José confessa que não é fácil, mas a Associação Musical teima em manter a fasquia alta, pois ali não são de baixar os braços, nem de se contentarem com o possível. Trabalha-se com afinco porque o público merece que se continue a apostar na qualidade e na inovação. O que move o elenco musical daquela Associação e os membros dirigentes do Coral de São José é o desafio constante e a paixão com que vivem toda a sua atividade. Hoje o Coral de S. José é ilhéu, mas é do mundo!

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