“Ao despedir-me dos meus pais para ir para o Ultramar senti uma saudade e  algum medo sem saber se regressava” Ler mais

“Ao despedir-me dos meus pais para ir para o Ultramar senti uma saudade e algum medo sem saber se regressava”

É um empresário conhecido dos açorianos, mas hoje Manuel Cruz Marques vem falar-nos da sua experiência no Ultramar. Fez a sua comissão em Moçambique e admite que, embora em zona de combate, não se viu de frente com momentos de guerra. No entanto, também temeu pela vida e ainda foi vitima de hepatite. Tendo regressado são e salvo a casa, o terceirense regressou a Moçambique no mesmo ano por motivos de trabalho. Conheça o lado de miliciano do homem que também em África encontrou a sua cara metade.

“Hoje quase tudo é feito e organizado em grande  escala, com grandes multidões e aparatos, passando o convívio familiar e comunitário para segundo plano” Ler mais

“Hoje quase tudo é feito e organizado em grande escala, com grandes multidões e aparatos, passando o convívio familiar e comunitário para segundo plano”

É um conhecido bombeiro da nossa praça, mas está envolvido em diversas outras actividades, como, aliás, já o faz desde a adolescência. Eduardo Almeida é natural de Santa Maria, mas veio para São Miguel muito cedo e por aqui ficou. O nosso entrevistado recorda que no seu crescimento tinha apenas os livros, um canal de televisão, o cinema e o teatro, mas garante ter tido uma infância e adolescência felizes. Participou nos Jogos Sem Fronteiras, em Itália, e tirou a carta de condução antes da maioridade, em Toronto, para onde fez a sua primeira viagem sozinho.  No entanto, garante que “sair do planeta Terra para o espaço seria algo fantástico”.  

Ficou sem uma perna no fim da tropa e ganhou o amor da esposa que nunca se perturbou com o problema que do Ultramar trouxe Ler mais

Ficou sem uma perna no fim da tropa e ganhou o amor da esposa que nunca se perturbou com o problema que do Ultramar trouxe

Considera-se um homem feliz, não obstante todos os obstáculos que viveu na Guiné. Dídio Correia tinha já a sua comissão feita quando a sua companhia foi destacada para uma última missão. Foi neste momento que a guerra o marcou mais, física e psicologicamente. Perdeu uma perna e feriu gravemente a outra, além de diversas outras mazelas que não considera as mais importantes. Hoje em dia é um homem reformado que encontrou, por exemplo, nas esculturas em madeira um escape ao pensamento e à inacção.

“Há muitas pessoas que recorrem  à venda de ouro para resolverem  questões da sua vida” Ler mais

“Há muitas pessoas que recorrem à venda de ouro para resolverem questões da sua vida”


É cada vez mais conhecido como o ourives do chocolate e tem feito as delícias de muitos. Paulo Martins do Vale tem vindo a desenvolver um trabalho que dá continuidade a um negocio familiar e tem muito orgulho nisso. Relembrando o cálice que fez para o Santuário do Senhor Santo Cristo dos Milagres em 2000, este micaelense, nascido num Domingo das Festas do Senhor, acredita que os seus caminhos estão cruzados desde o início da sua vida. Actualmente, consta de uma exposição na Ribeira Grande uma peça deste joalheiro, nomeadamente um terço que o mesmo fez para o Papa Francisco. 
 

“Com uma nova unidade de produção e mais  pessoas talvez consigamos ter uma escala  diferente para negociar com o mercado exterior” Ler mais

“Com uma nova unidade de produção e mais pessoas talvez consigamos ter uma escala diferente para negociar com o mercado exterior”

Com um volume anual que ultrapassa o meio milhão de euros, a Cooperativa Celeiro da Terra está à procura de uma nova unidade de produção. André Ávila é o Presidente desta Cooperativa há dez anos e garante que a empresa já é vista com um credibilidade que dignifica a Povoação. Já são cerca de 113 as lojas em Portugal Continental que vendem os produtos desta empresa que conta com a Marca Açores, sendo que nos Açores isso já é uma realidade em quase todas as ilhas. 

Aldina Gamboa admite que ainda existem  contextos de vida familiar que a assustam e que  levam a que muitas crianças sejam retiradas aos pais Ler mais

Aldina Gamboa admite que ainda existem contextos de vida familiar que a assustam e que levam a que muitas crianças sejam retiradas aos pais

Pensar nas razões e nas alternativas das casas de acolhimento é o objectivo central do colóquio que se realiza amanhã, no Centro Natália Correia, entre as 10 horas e as 19, numa organização das Casas de Acolhimento Residencial Nossa Senhora dos Anjos. O evento tem como temas a intervenção psicossocial, a saúde mental, a visão jurídica e o papel da Igreja. Aldina Gamboa explica-nos como nasceu a ideia e como tem evoluído esta instituição.

Sensibilizar a sociedade para a diferença é o  objectivo de Susana Aguiar ao correr nas ruas de Ponta Delgada com a filha numa cadeira de rodas Ler mais

Sensibilizar a sociedade para a diferença é o objectivo de Susana Aguiar ao correr nas ruas de Ponta Delgada com a filha numa cadeira de rodas

Inês Medeiros é uma menina portadora de deficiência cada vez mais conhecida por todos os micaelenses, mas porque a sua mãe – Susana Aguiar – a leva a passear, a conhecer a natureza e a correr mesmo com as limitações que o seu corpo apresenta. Nesse sentido, no próximo dia 20 de Julho, nas Portas do Mar, esta mãe organiza o evento “Correr com o Coração” para marcar os 17 anos da sua filha e para pedir apoio à sociedade para adquirir o novo carro para transportar a filha. Venha saber como pode ajudar estas duas mulheres.
 

“A era digital assusta-me um bocado  pelas relações desequilibradas que pode criar entre as pessoas e os países” Ler mais

“A era digital assusta-me um bocado pelas relações desequilibradas que pode criar entre as pessoas e os países”

Ricardo Silva é um ribeiragrandense conhecido de todos pelos cargos que já desempenhou. De momento é Presidente do Instituto Regional de Ordenamento Agrário, S.A. (IROA) e garante que nenhuma geração é melhor que outra, apesar de achar que “hoje os jovens são mais responsáveis pelas suas opções de vida”. Professor de formação, Ricardo Silva admite-se mais rico sempre que regressa de viagem.
 

Veterinários de todo o país reunidos em Vila  Franca para trocar ideias, experienciar a gastronomia e ouvir música regional Ler mais

Veterinários de todo o país reunidos em Vila Franca para trocar ideias, experienciar a gastronomia e ouvir música regional

Foi há 40 anos que Damião Soares terminou o curso, na Escola de Medicina Veterinária de Lisboa. Com ele, tantos outros colegas o fizeram e isso é motivo de festejo anual. Este ano a celebração dá-se em São Miguel, mais especificamente em Vila Franca do Campo, num momento em que será Damião Sores o anfitrião. O Convento dos Frades de Vila Franca do Campo acolhe o momento que reúne especialistas da veterinária, gastronomia e música regionais.
 

“As grandes deficiências [de guerra] marcam cada passo que não se dá e cada braço que  se quer estender e não se consegue” Ler mais

“As grandes deficiências [de guerra] marcam cada passo que não se dá e cada braço que se quer estender e não se consegue”

É o presidente da Associação de Deficientes das Forças Armadas, da delegação de Ponta Delgada, e serviu o Estado em Angola, aquando da guerra do Ultramar. Paulo Teves garante que por diversas vezes pensou se andaria ou veria mais alguma vez dado os perigos por que passou. No entanto, depois da guerra escolheu ficar uns tempos em Angola, tendo regressado a São Miguel apenas porque a situação por lá piorou. Venha conhecer o homem que escolheu o Curso de Comandos por ser o maior desafio que se lhe apresentava naquela altura.

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