É “imprescindível” a participação dos açorianos nas decisões políticas Ler mais

É “imprescindível” a participação dos açorianos nas decisões políticas

“O episódio que mais marcou o desempenho da minha profissão foi saber, após trinta anos de esforço, o resultado do último Levantamento Epidemiológico Nacional das Doenças Orais, onde se regista a inversão da classificação da Região Autónoma dos Açores da pior, para uma das regiões com os melhores índices de cárie dentária e possuindo, actualmente, uma das melhores percentagens do país de crianças isentas de cárie dentária aos seis anos de idade, já atingindo, em algumas localidades, as metas preconizadas pela Organização Mundial de Saúde para 2020”, diz o médico-dentista Ricardo Viveiros Cabral que é, actualmente, o responsável do programa de rastreio do cancro da cavidade oral dos Açores, do Centro de Oncologia dos Açores.
 

Açores com mais raptos, violações e roubos por esticão no ano passado em comparação com 2018 Ler mais

Açores com mais raptos, violações e roubos por esticão no ano passado em comparação com 2018

A criminalidade geral aumentou em 2019 nos Açores em relação ao ano anterior, com realce para o aumento de 50,3% dos crimes por burla informática e nas comunicações, que foi superior ao verificado no país. Já a criminalidade violenta e grave diminuiu nos Açores 14,9% ,embora tenha crescido em alguns domínios. Dos 122 crimes violentos registados em 2019 na Região, 10 foram de rapto, sequestro e tomada de reféns (um aumento de 66,7% em relação a 2018); 17 crimes foram de violação (mais 41,7% do que em 2018), e 18 foram de roubo por esticão (mais 63,6%). Por outro lado, os Açores continuam a ser a Região do país com maior incidência de violência doméstica por mil habitantes (4,1), o que representa quase o dobro que a média nacional (2,8 por mil habitantes)..

Maioria dos açorianos não tem rendimento para aceder à compra do ‘peixe fino’ pescado na Região Ler mais

Maioria dos açorianos não tem rendimento para aceder à compra do ‘peixe fino’ pescado na Região

É cada vez mais difícil à maioria dos açorianos incluir na sua dieta alimentar peixe fresco considerado “fino” por o seu orçamento familiar não comportar os seus preços na última venda. Numa Região rodeada de mar e de bancos de pesca, são praticamente proibitivas espécies como o boca negra (15 euros o quilo), a abrótea, a 9.60 euros, o encharéu, que já foi muito mais acessível e que está a 15.99 euros, o lírio, que já esteve a preços mais baixos, a 16.25 euros, para já não falar no pargo (a 19 euros) ou o rocaz, a 20 euros o quilo, entre outras espécies. Para a maioria dos açorianos, o peixe em cima da mesa tem outros nomes: chicharro, cavala, raia, peixe-porco, bicuda e pouco mais. Além de algumas espécies de peixe congelado e algumas conservas de atum.
 

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