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“Há teias no Governo e autarquias dos Açores que com o tempo se vão tecendo e que têm nós difíceis de desatar”

“Passo o Natal no sossego da casa, com a minha família, longe das confusões do consumismo desenfreado. Faço sempre o nosso presépio à maneira tradicional: a gruta com pedras de lava vermelha, musgo, farelo de serra e com as figurinhas de barro do nosso artesanato. Não dispenso o cheiro dos ramos de cedro”, afirma Aníbal Raposo numa entrevista muito virada para a sociedade: “Preocupa-me que muita gente não pense na sua vida como um todo, que não pare para reflectir sobre os seus diferentes papéis nesta viagem e não fixe objectivos claros para cada um deles. Há pessoas que apenas vivem para trabalhar e não pensam em mais nada. Quando acordam, já com alguma idade, é tarde demais. Na realidade, esqueceram-se de viver.”, afirma.
 

Carolina Torres é uma jovem de Rabo de Peixe que fez o mestrado com “Bom’ no Colégio da Europa  e está na final do estágio na Comissão Europeia Ler mais

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A jovem comunga da opinião de que os Açores devem reforçar a sua representação permanente em Bruxelas, “principalmente numa altura em que a Região não tem eurodeputados eleitos. Esta é uma quebra enorme para uma região ultraperiférica que tinha dois deputados no Parlamento Europeu e, de um momento para o outro, ficou sem nenhum”. “Neste sentido”, refere, “entendo que se deveria reforçar a representação regional no sentido de ter mais pessoas que tentem chegar o mais rápido possível aos decisores políticos e ter uma capacidade maior de influência”. Precisamente neste sentido, o Governo dos Açores irá abrir, já de 1 a 19 Janeiro, um novo processo concursal para a selecção de dois novos estagiários que irão reforçar a equipa colocada em Bruxelas em permanência.
 

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Frederico Cardigos realça o que se está a fazer bem feito nos Açores em prol de uma Economia Azul. Cita, entre outros,  projectos associados “à definição e implementação do planeamento espacial marítimo, o apoio sensato do sector pesqueiro, a dignificação e a qualificação dos pescadores, o debate técnico em torno das quotas de pesca e o seu alargamento a novas espécies, garantindo assim a preservação da biodiversidade marinha e a sustentabilidade económica da actividade; a monitorização permanente das espécies mais sensíveis, como as aves marinhas; e a dinamização da aquicultura...”    

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