“Em primeiro lugar, cabe às entidades governamentais garantir os apoios necessários, que devem ser concedidos de forma controlada mas desburocratizada” aos artistas. “Depois, e em complemento, cabe à sociedade em geral apoiar os seus artistas, estando atenta às diversas iniciativas que estão a ser levadas a cabo por pessoas disponíveis e solidárias. Presto aqui a minha homenagem a essas pessoas que, com o seu trabalho gratuito, têm acudido a casos muito graves”, afirma Aníbal Raposo.