“Não seria prudente avançar com o alargamento neste momento” Ler mais

“Não seria prudente avançar com o alargamento neste momento”

O tema do alargamento do Campeonato de Futebol dos Açores de 10 para 12 clubes está parado. A Direcção Regional do Desporto (DRD) deu a conhecer que não se justificava a alteração ao modelo competitivo. Uma das razões foi o enfraquecimento dos campeonatos de ilha devido à redução das equipas seniores. Um factor que foi determinante. Os números apresentados na reunião com as Associações refletem uma diminuição que se tem acentuado nos últimos anos. 
Mas que números, mas que razões? Estão arrumados nas gavetas da entidade que os elaborou e das que os receberam. Por isso desconhecem-se os argumentos. Falta de interesse ou uma privacidade que não se entende, quando a transparência tem sido apanágio da entidade regional. Era importante as pessoas que ainda vão seguindo o futebol regional saberem porque o alargamento, requerido pela maioria dos clubes, não vingou. 
Nestas colunas temos apresentado as reacções de vários agentes. Fizemo-lo dos presidentes das Associações de Futebol da Horta, de Angra do Heroísmo e do Vale Formoso. Hoje apresentamos a posição da Associação de Futebol de Ponta Delgada.
Robert Câmara concorda com os argumentos para o adiamento do alargamento e defende um modelo diferente do que foi proposto pelos clubes. Salvaguarda tratar-se de uma opinião pessoal.
Sobre a demora na apresentação pelas Associações de um documento que sustentasse a razão para o alargamento, o líder associativo revela a dificuldade sentida para que fosse conseguido.
 

“Aumento para 12 clubes?  É para nós assunto arrumado” Ler mais

“Aumento para 12 clubes? É para nós assunto arrumado”

O Presidente da Associação de Futebol de Angra do Heroísmo já esperava que a Direcção Regional do Desporto vetasse a pretensão de aumentar de 10 para 12 os clubes concorrentes ao Campeonato de Futebol dos Açores.
Paulo Gomes, nesta entrevista, dá conta de que o alargamento pretendido por uma maioria de clubes, incluindo filiados na Associação a que preside, não será um tema que irá defender. No entanto, concorda que a prova necessita de um novo modelo, que a torne mais atraente e mais competitiva.

“A política da Associação tem de assentar na formação” Ler mais

“A política da Associação tem de assentar na formação”

É já Sexta-feira que vai para a estrada a edição deste ano da Volta à Ilha de São Miguel em Bicicleta, agora denominada de Grande Prémio dos Açores. 
Participam 86 atletas representando 14 equipas. São duas do Continente, duas espanholas e as restantes dos Açores. Um número que supera o pelotão da última Volta a Portugal do Futuro.
A revelação foi feita, ontem, em conferência de imprensa no Convento de Santo António (Franciscano), na Lagoa.
Após 9 anos de ligação à Liberty Seguros, este ano já não há o apoio. Porque isso acontece? Foi a primeira questão que confrontamos o presidente da Associação de Ciclismo dos Açores e também director da prova, Jorge Medeiros.

Emoção e espectáculo estão prometidos Ler mais

Emoção e espectáculo estão prometidos

Decorreu, ontem, na cidade da Lagoa, a apresentação da edição de 2019 do Azores Rallye, prova inaugural do Campeonato da Europa de Rallyes (FIA ERC), que pontua para o Campeonato de Portugal de Ralis e Campeonato dos Açores de Ralis. Estará nas estradas da ilha de São Miguel entre os dias 21 e 23 de Março.
 

“Sinto-me cada vez mais em casa” Ler mais

“Sinto-me cada vez mais em casa”

Bernardo Sousa prepara-se para a segunda presença no Campeonato dos Açores de Ralis, que começa a 21 de Março com o Azores Rallye. Um ano de grande aposta na conquista do título depois de no ano passado ter sido de mais aprendizagem e de melhor conhecimento de provas que não estava habituado a competir.
O piloto madeirense reconhece que a fasquia está alta para este ano. Novo carro, novo co piloto e muita fé que em Novembro possa celebrar um título de um projecto que passou a figurar até ao final de 2020.
Depois da apresentação, Bernardo Sousa colocou-se à disposição para responder ao que lhe foi colocado.

Sente que este ano a pressão para ser campeão açoriano aumenta, para mais com carro novo e com mais conhecimento dos troços?
Quem mete a pressão sou eu porque tenho sempre objectivos muito altos. Gosto de ganhar e não gosto de perder. Portanto é normal que a pressão esteja lá. Obviamente que todos os envolvidos nesta equipa querem ganhar, mas não querem mais do eu.
A pressão aumenta porque o ano passado perdemos o campeonato na última prova. Este ano as coisas serão diferentes. É uma nova dupla, carro novo, por isso há cada vez mais pontos a favor porque já conhecemos melhor os ralis, já conhecemos a tipologia dos troços. Sinto-me cada vez mais em casa.
Porque decidiu escolher para ser co piloto Vítor Calado?
É uma pessoa que eu acredito que traga mais-valias para o projecto e é mais do que qualificado para abraçar um projecto desta dimensão.
É um pouco começar outra vez?
Acho que não. Ao contrário do que se pensa ou daquilo que se chegou dizer, o navegador obviamente que é importante e é sempre bom com qualquer piloto. Agora, as notas que transmite não foram por ele inventadas. Eu é que lhes digo para escreverem 99,9 por cento das notas que um co-piloto está a ditar ao piloto, têm como base aquilo que disse para escrever.
Alguma vez equacionou ser um navegador dos Açores?
Isso também esteve em cima da mesa, não vou estar aqui com rodeios. Mas depois a decisão foi a que foi tomada e o que está decidido está!
Que expectativas tem para o Citroën C3 R5? 
Tenho a certeza que é um carro bem construído. Já vi o carro a competir e vê-se que é um carro que me enche as medidas. Tem novos fornecedores e outros tipos de materiais que seguramente tornaram o carro mais evoluído face ao DS3. 
Não tenho qualquer tipo de conhecimento. Nunca me sentei nele a não ser no carro do José Pedro que é idêntico.
O C3 parece-nos um carro mais “dócil”. O DS3 é um carro extremamente agressivo?        
De facto o DS3 é um carro muito agressivo. É um carro extremamente difícil de guiar mas também é um carro extremamente competitivo. Por sua vez o C3 será um passo à frente. É mais competitivo e, de facto, é um carro mais “dócil”, menos ruidoso, mas o importante é que seja rápido.
 Depois dos acontecimentos na fase final do campeonato de 2018 relativamente ao que se passou na ilha do Pico, culminados com troca de argumentos entre si e Luís Miguel Rego, pode receber menos apoios por parte das pessoas que vão estar nas estradas?
Acho que não. Só quem está lá dentro é que sabe o que é ter um acidente e com um colega em dificuldades de saúde. É

“Que seja como o filme de “Rocky Balboa” Ler mais

“Que seja como o filme de “Rocky Balboa”

Estamos no início do ano, mas este Santa Clara-Benfica, pelo que entusiasmo que está a rodeá-lo, já é considerado o jogo do ano. A partir das 18h00 de hoje, o 9.º classificado, com 21 pontos, recebe o 3.º, com 36 pontos. 
João Henriques comparou a desigualdade nas capacidades das duas equipas com o filme da saga “Rocky Balboa”.
 

“Vamos jogar para não descer” Ler mais

“Vamos jogar para não descer”

O Achada Futebol Clube está de regresso à 2.ª divisão nacional de futsal através da série Açores. Um regresso dois anos depois da primeira participação que terminou com a descida.

“Como fui parar à Suécia?  Pelo trabalho e pela paixão” Ler mais

“Como fui parar à Suécia? Pelo trabalho e pela paixão”

Ivan Nunes esteve na época passada como treinador principal da equipa masculina do Clube Kairós. Na ponta final e depois de uma primeira fase muito negativa, com apenas uma vitória em 26 jogos, conseguiu a manutenção na 1.ª divisão nacional de voleibol.
Tudo indicava que continuaria no Clube K, mas, a seu pedido, nos escalões de formação. Eis que surgiu um convite inesperado para treinar uma equipa sueca. 
Aos 40 anos de idade, Ivan Nunes, natural da Horta, ilha do Faial, aceitou o desafio. 
É este o tema da conversa que mantivemos com o treinador de nível 3 e que nutre uma paixão enorme pelo voleibol.
 

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