Assistente Social na linha da frente dos apoios aos afectados pela pandemia refugia-se  na escrita e lança “O voo da borboleta” Ler mais

Assistente Social na linha da frente dos apoios aos afectados pela pandemia refugia-se na escrita e lança “O voo da borboleta”

A nossa entrevistada de hoje é assistente social, mas tem uma grande apetência para a escrita, tendo publicado recentemente o livro “O voo da borboleta”. Neste período pandémico, está na linha da frente de intervenção, pois os serviços sociais são primordiais para muitas famílias, como que um porto de abrigo, o amigo, a mão, a janela que se abre para o próximo no momento exacto, na hora oportuna. O maior desejo de Ana Carolina de Medeiros para este ano de 2021 é a saúde, o amor dos meus filhos, a família e depois os objectivos profissionais… terminar o mestrado em Políticas Sociais. Esta nordestense espera que este ano a Covid-19 seja mais controlada e que cada um cumpra o seu dever, pois só assim chegaremos a um bom porto.

A subida do ‘Rabo de Peixe’ “foi inolvidável” Ler mais

A subida do ‘Rabo de Peixe’ “foi inolvidável”

 A nossa última entrevista deste ano, é com o jovem talentoso, o jogador micaelense Hugo Moniz que desde muito cedo começou nas lides do futebol, entrando para as escolas do Sporting Clube Ideal e dando nas vistas pela sua destreza dentro e fora do campo. Em 2007,o seu talento levou-o ao Futebol Clube do Porto, onde fez uma época e meia como iniciado. Regressou a S. Miguel para jogar na equipa do Santa Clara, e desde então passou por vários clubes, sendo de destacar o Desportivo de Rabo de Peixe, onde este criativo médio teve em 2019/20 uma época de excelência. Hoje mais maduro, como confessa nesta entrevista, temos visto em campo o grande talento deste atleta, dado que Hugo Moniz é um jogador completo, sendo bom não só no drible, como nas muitas mudanças de velocidade e no controlo e condução de jogo. Para Hugo Moniz, o futebol é uma verdadeira escola, onde se aprende a cumprir regras e a levá-las para a vida. O seu sonho para 2021 é o de que acabe esta pandemia.

Começou por vender desenhos e pinturas aos colegas de escola tem uma paixão  pela música e é única no desenho digital Ler mais

Começou por vender desenhos e pinturas aos colegas de escola tem uma paixão pela música e é única no desenho digital

Um lápis para Sara Bettencourt Pereira sempre faz mais sentido do que qualquer outro brinquedo e desde que se lembra tem sido uma apaixonada por arte, seja música, pintura, desenho ou literatura. Com a evolução tecnológica, investiu num tablet, conseguindo explorar melhor esta vertente e desenhar mesmo com o dedo uma fotografia de forma a ir explorando a aplicação de desenho, até que começou a fazer vários estilos, desde lineart, semi realismo, realismo e até comic. À pergunta, o que mais a apaixona, se as artes visuais ou a música, a artista micaelense diz ser muito difícil de escolher entre uma e a outra, já que não se sente “preenchida” só com artes visuais ou só com a música. A música faz parte dela desde pequenina, incentivada pelo seu avô, Avelino Bettencourt. Ea sua mãe em nova desenhava em carvão, pois era bastante talento para pintar e fazer trabalhos plásticos. Foi com a pandemia que Sara Bettencourt Pereira ganhou coragem de criar uma página e postar os seus trabalhos.  
 

“Acho que para se ser humorista é  preciso um pouco de coragem para enfrentar o público”, diz Paulo Vieira Ler mais

“Acho que para se ser humorista é preciso um pouco de coragem para enfrentar o público”, diz Paulo Vieira

O Correio dos Açores esteve à conversa com Paulo Vieira, conhecido pela sua sátira em “Humor do Fazendeiro”, sendo um humorista açoriano emergente que tem agradado os seguidores nas redes sociais e em espectáculos em que participa, com o seu refinado humor, com pitadas regionais baseadas no sotaque micaelense. Com espectáculos agendados para o Verão, teve de os cancelar devido à situação pandémica em que vivemos. Para Paulo Vieira, a piada que criou que mais sucesso teve foi uma relacionada com o Sata Rallye Azores, com uma crítica mordaz e sadia ao Governo Regional. Este comediante micaelense já tem cerca de vinte mil seguidores nas redes sociais que apreciam o seu trabalho e em que o “Humor do Fazendeiro” tem sido sinónimo de muita boa disposição. 

“Vejo os ginásios como ambiente familiar” Ler mais

“Vejo os ginásios como ambiente familiar”

O nosso entrevistado de hoje, Nuno Amaral iniciou a sua actividade em 2003, mas só em 2012/13 é que se sentiu preparado para entrar no mercado como Personal Trainer, dado que almejava uma formação especializada e específica no conhecimento do tratamento de lesões das articulações e suas recuperações, coluna vertebral, enfim, tudo o que se refere ao corpo humano. Mais recentemente, tirou um curso referente a exercícios no âmbito de doenças oncológicas, área que ainda está numa fase muito preliminar de estudo, pois a seu ver, o treino personalizado tem de ter como base um serviço de excelência. Na sua profissão, a palavra-chave é “paixão”, pois considera que se não a temos, não vale a pena, dado que, com o tempo, as próprias pessoas vão-te avaliando se estás lá efectivamente para ajudá-las ou se é por outro motivo qualquer. Numa interessante entrevista, este ribeiragrandense revela-nos que gosta muito do que faz e com o tempo foi-se apercebendo do impacto que se pode ter na vida das pessoas e acredita que a maior satisfação que possa ter é constatar a satisfação da pessoa (cliente) quando atinge ou vai atingindo o seu objectivo.
 

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