Jovens do Centro de Actividades Ocupacionais da  Ribeira Grande levam magia ao Teatro Ribeiragrandense Ler mais

Jovens do Centro de Actividades Ocupacionais da Ribeira Grande levam magia ao Teatro Ribeiragrandense

“Teatro Para Todos” é já um projecto referência daquela Misericórdia no mundo do trabalho com pessoas com deficiência, cuja envolvência dos jovens e colaboradores do CAO é uma nota que se destaca, porque tudo é feito com paixão, pois só com amor e entrega se consegue trabalhar diariamente com problemáticas complexas que exigem dos funcionários o absorção de muitas energias pessoais e profissionais. O ser humano com deficiência precisa de se sentir acolhido pela comunidade e a sua dignidade ser respeitada e aquele espectáculo permitiu-lhes terem a oportunidade de desenvolver e utilizar o seu potencial criativo, artístico e intelectual, não só para benefício próprio, como também para o enriquecimento da sociedade, independentemente do seu sexo, condição social, limitação física e ou cognitiva.

As peripécias de um açoriano que foi campeão do mundo de boxe tailandês Ler mais

As peripécias de um açoriano que foi campeão do mundo de boxe tailandês

O açoriano Osvaldo Ochôa, com uma história de vida surpreendente, depois de 14 anos na Tailândia a fazer alta competição no MuayThai (Boxe Tailandês), em que foi campeão do mundo em 2010, acaba de regressar à sua ilha. Já se retirou dos ringues e agora está de férias até final do ano, na ilha Terceira. Fez combates por todo o mundo, nomeadamente nos melhores estádios de MuayThai do mundo, Lumpinni e Rajadamneorn, Hong Kong, Austrália, Coreia do Sul, Japão, Tailândia, Austrália, etc. E recorda o combate no Irão que considera que foi uma experiência única, pois os iranianos são muito corteses ao receber estrangeiros. Nesta entrevista, Osvaldo Ochôa fala-nos na sua história de vida, como o é o caso do combate que mais o marcou pela negativa, em Hong Kong em 2008, em que foi envenenado poucas horas antes de subir ao ringue com comida que lhe deram ao jantar. Não conseguiu acabar o combate porque desmaiou logo no primeiro assalto e foi de ambulância para um hospital onde ficou em tratamento e observação cerca de 14 horas.
 

O sonho de participar em festivais  de música e em provas de culturismo a nível internacional Ler mais

O sonho de participar em festivais de música e em provas de culturismo a nível internacional

 Henrique Andrade, um ribeiragranense que vive na Lagoa e que consegue repartir bem o seu tempo pela profissão de bobinador de motores eléctricos e pelas suas grandes paixões que são a música e o culturismo. Está ligado à música desde a infância e o gosto pelo Djing e pela produção começou logo aos 14 anos, quando um amigo lhe apresentou um equipamento profissional. Este jovem micaelense resolveu entrar num concurso de Djs, tendo sido declarado o grande vencedor. Quanto ao seu talento pela produção musical, Henrique Andrade esteve parado quase dois anos para se concentrar no culturismo, um hóbi que requer muito trabalho, esforço e toda a sua dedicação. Neste momento, está a trabalhar na música, em vários originais, estando mais focado nos mais importantes que intui e que têm mais valor para atingir um sucesso na dance scene regional. Para o futuro, Henrique Andrade gostaria de poder alcançar alguns objectivos, como actuar em festivais nacionais e quiçá internacionais, enquanto que no culturismo poder estar preparado para fazer uma prova internacional, a longo prazo.
 

“Admiro que uma parte da nossa juventude  já aprecia o fado”, regista com agrado a  fadista amadora Graça Santos Prata Ler mais

“Admiro que uma parte da nossa juventude já aprecia o fado”, regista com agrado a fadista amadora Graça Santos Prata

Graça Santos Prata é uma fadista amadora que vive intensamente o fado e o fado corre-lhe nas veias, pois desde muito cedo começou a despontar para este género musical, elevado à categoria de Património Cultural e Imaterial da Humanidade pela UNESCO. É no silêncio da noite, com o mistério que a envolve, que se deve ouvir, com uma alma que sabe escutar o fado, que nos fala de sentimentos profundos e até se diz que o fado que faz chorar as guitarras. Quando canta, Graça Prata sente uma nostalgia e uma alegria por se encontrar, e estar a realizar uma coisa que lhe dá muita satisfação. Esta fadista micaelense canta de tal forma sentida com a sua voz de ouro, que encanta e deslumbra quem a ouve e se rende fascinados pelo seu fado. Ela tem como fadistas de eleição, a diva Amália Rodrigues e Ana Moura. Sem a sua bonita voz timbrada e sofrida, que põe qualquer alma a cantar, então não havia fado, nem fadista fascinante como ela é, como diz, aliás, uma letra que ela gosta de entoar e que põe a plateia atenta para ouvir uma verdadeira artista que vale a pena escutar e ser melhor divulgada. 

Theme picker

Revista Pub açorianissima