Nasceu na ilha de São Miguel e aos dezoito anos rumou a Lisboa, para estudar Pintura na Faculdade de Belas-Artes, uma oportunidade de iniciar a sua carreira como artista. Já participou em várias exposições individuais e colectivas e foi seleccionada para representar Portugal no Art Camp de 2016, em Andorra, e no Art Camp de 2017, em Malta, ambas organizadas pela UNESCO e para participar em exposições colectivas em Andorra, Gozo, Paris e Malta. A UNESCO proporcionou-lhe ainda expor, com outros artistas, na sua sede em Nova Iorque, e na VI Bienal Internacional de Pintura de Guayaquil, no Equador. Nos Açores, foi um dos dois artistas seleccionados no Concurso de Artistas Criadores do Festival Walk&Talk. Esta jovem açoriana fez o último semestre da sua licenciatura na Universidade de Cardiff e o seu mestrado em Artes Visuales y Educación Artística na Faculdade de Bellas -Artes da Universidad de Barcelona. Foi também uma das vencedoras dos Prémios CAT apresentados na Casa das Artes de Tavira (Algarve) e uma das seleccionadas a ilustrar uma das músicas constituintes do álbum “A Revolta dos Hipersensíveis” do artista Polivalente. Esta artista micaelense definiu como um dos seus principais objectivos profissionais o de contribuir para uma integração social e cultural das chamadas ‘minorias’, recorrendo à promoção de acções artísticas. A próxima exposição colectiva estava já agendada no Clube Militar de Macau, que foi adiada devido à pandemia. Margarida Andrade tem vindo a desenvolver um projeto multidisciplinar – A Décima Ilha -, que consiste na escrita e publicação de um pequeno livro, seguido de uma exposição com peças em cerâmica, pinturas e desenhos, que pretende sensibilizar à conservação ambiental.