A apresentação da obra a “Guerra Civil Portuguesa (1828 – 1834): A Batalha da Praia de 11 de agosto  de 1829 na imprensa internacional e a telegrafia ótica na ilha Terceira” Ler mais

A apresentação da obra a “Guerra Civil Portuguesa (1828 – 1834): A Batalha da Praia de 11 de agosto de 1829 na imprensa internacional e a telegrafia ótica na ilha Terceira”

No passado dia 14 de Dezembro, a obra de Vítor Alves, “Guerra Civil Portuguesa (1828 – 1834): A Batalha da Praia de 11 de agosto de 1829 na imprensa internacional e a telegrafia ótica na ilha Terceira” foi apresentada na Livraria Letras Lavadas, em Ponta Delgada. Visando ecos internacionais, Vítor Alves realizou uma importante pesquisa junto dos órgãos de comunicação social escrita no estrangeiro, conseguindo detetar várias apreensões nacionais e internacionais, relacionadas com a Batalha da Vila da Praia, na altura, alvo da atenção das duas margens do Atlântico. A obra é complementada por uma segunda valência, correspondente ao uso da telegrafia ótica na ilha Terceira, reconstituindo-se uma das mais antigas formas de comunicação naquela ilha, adaptada e replicada em todas as outras: o posto semafórico. A apresentação esteve a cargo do Professor Doutor Sérgio Rezendes, num texto que abaixo se reproduz.

Francisco Furtado é perito em transportes: “poder ser útil aos Açores e ao país é o que me motiva bastante” Ler mais

Francisco Furtado é perito em transportes: “poder ser útil aos Açores e ao país é o que me motiva bastante”

O açoriano Francisco Furtado é um perito da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) em sistemas de transportes e já foi sondado pelo Executivo açoriano para um estudo sobre a problemática dos transportes na Região. Neste momento, está a liderar o projecto de Descarbonização de Transportes em Economias Emergentes na Argentina e vai lançar em Portugal um livro sobre a ferrovia. Considera, a propósito, que a ferrovia de mercadorias em Portugal “é um caso de sucesso” e, por isso, “um caso de estudo na Europa”. Defende que se deve encurtar o tempo na viagem de comboio entre Lisboa e Porto e é de opinião que os portos portugueses “podem estender o seu alcance em terra associados à ferrovia”. Sobre os Açores, elogia a rede viária em São Miguel que permite chegar a toda a ilha no espaço de 30 a 45 minutos. Defende que a mobilidade eléctrica na ilha deve adoptar veículos pesados mais eficientes
 

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