É considerado um caso de sucesso a nível nacional, o HL Health Club, que na reabertura após-confinamento tem recebido mais de 300 pessoas por dia para treinar. O amplo espaço permite esse número, que agora é controlado através de uma aplicação para marcações de aulas e uso de máquinas. O projecto, com poucos meses e que custou cerca de um milhão de euros, esteve encerrado três meses mas pediu mensalidades voluntárias a que 90% dos utentes aderiu. O pagamento é feito agora, na reabertura, em serviços ou descontos vitalícios.
Antes da pandemia, os guias turísticos queixavam-se que vinham guias estrangeiros com os grupos sem que houvesse obrigatoriedade de serem acompanhados por um técnico local. Além disso, queixa-se a AGITA, qualquer um, desde que tenha formação na área, pode ser guia turístico. Com a pandemia, a incerteza instalou-se e os grupos de turistas devem demorar a regressar. Há guias turísticos a passar dificuldades.
A campanha representa um investimento de 1.750 mil euros que o Governo Regional entende ser um complemento aos restantes mecanismos de apoio às empresas e à manutenção de emprego. A Região paga metade do valor do pacote de férias, no máximo de 150 euros, que tem de incluir viagem ida e volta, estadia, alimentação e uma actividade turística.
A operação arrancou em Março deste ano, mas a cadeia de supermercados alemã acredita que aceitação será positiva já que “os produtos portugueses destacam-se pela qualidade”. A parceria com a Santa Catarina, que produz também o atum de marca própria do Lidl, conta já com 10 anos, por serem produtos “que primam pela qualidade, aliando a tecnologia a métodos artesanais”. A cadeia de supermercados tem outros produtos fabricados nos Açores com marca própria, nomeadamente na área dos lacticínios, mas reconhece que a capacidade de produção dos fornecedores “pode ser muitas vezes um desafio, bem como a logística dos transportes”.
O apoio da psicóloga da escola foi de extrema importância nesta altura de confinamento e em que os jovens tiveram de se adaptar à nova realidade de aulas não presenciais. Com mais ou menos dificuldades, o Colégio do Castanheiro diz que cada vértice do triângulo encarregados de educação, professores e alunos foi de extrema importância em cada decisão tomada. Quando regressarem no próximo ano lectivo há ferramentas e metodologias usadas no confinamento que vão ser ajustadas às aulas presenciais.
O risco de insegurança alimentar não quer dizer “que as pessoas estejam a passar forme”, mas é uma sensação, “e não passa disso, de que a pessoa tem menos dinheiro para alimentar-se”. Quem o diz é a nutricionista Rita Carvalho, que dá conta dos dados do Inquérito sobre Alimentação e Actividade Física em Contexto de Contenção Social onde os Açores lideram a insegurança alimentar. Rita Carvalho diz que a pandemia levou as pessoas a alterar hábitos que agora é preciso manter e melhorar, já que os Açores são a região do país onde se consome menos hortícolas e fruta.
O PS viu nesta visita reconhecimento, homenagem e estímulo, enquanto o PSD destaca a palavra de solidariedade e amizade. O CDS entende que esta visita vai no sentido da necessidade de um desconfinamento seguro. O Bloco de Esquerda quer que Marcelo Rebelo de Sousa continue a acompanhar a situação social e económica da Região. O PCP diz que mais do que comentar a visita do Presidente da República importa valorizar o Sistema Regional de Saúde, enquanto o PPM diz que Marcelo não assumiu responsabilidades na manutenção dos voos para a Região, tal como Graça Silveira, que entende que a Região precisa de um Presidente presente.
Agricultores que produzam leite com menos qualidade, que tenham mais idade e com explorações mais pequenas das ilhas de São Miguel, Terceira e Graciosa, podem agora passar a produzir carne em vez de leite. Medidas que agradam à Associação Agrícola de São Miguel já que vão ajudar a melhorar as condições de leite que se produz na Região.
A prática é comum em várias freguesias de São Miguel e legal, desde que a deposição de estrume e chorume seja seguida do lavrar da terra. As Juntas de Freguesia são muito contactadas com estas queixas dos munícipes que também se dirigem ao SEPNA - Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da GNR para denúncia da prática que geralmente é perceptível no ar durante alguns dias. O SEPNA diz que estas queixas são o principal motivo das saídas dos militares da unidade e tem aplicado coimas quando não é cumprida a legislação. A Associação Agrícola ressalva o valor nutricional para os terrenos e explica que a prática é compatível com o modo de produção biológico. Mas a população queixa-se dos maus cheiros que perduram nas casas e nas roupas.