Livro destaca achados da ilha Terceira que  permitem analisar a “cultura megalítica” incluindo as navegações Norte Atlânticas Ler mais

Livro destaca achados da ilha Terceira que permitem analisar a “cultura megalítica” incluindo as navegações Norte Atlânticas

Livro da investigadora Antonieta Costa e de Magno Jardim deverá ser lançado no início do próximo ano e transmite uma nova luz a propósito dos achados que têm sido feitos na ilha Terceira que dão conta da pertença desta “cultura megalítica” a uma “cultura diferente da actual” e que acabará gradualmente “por verificar-se via do conhecimento e do estudo”, refere o madeirense Magno Jardim que participou durante este ano no trabalho de campo de uma equipa que estudou estes “vestígios ancestrais” .

Quando o consumo de carne de bovinos está sob ataque é preciso “...ter transparência” Ler mais

Quando o consumo de carne de bovinos está sob ataque é preciso “...ter transparência”

A opinião é de Ana Geraldo, da Associação Portuguesa de Engenharia Zootécnica, que foi expressa durante o XIII Congresso da Agricultura dos Açores organizado pela Federação Agrícola dos Açores, na ilha Terceira. A responsável falou sobre os desafios da produção de carne bovina e explicou sobre a necessidade de informar o consumidor sobre os vários cortes que existem e o seu aproveitamento. As tendências alteraram-se, o modo de cozinhar também se alterou, e o consumidor quer refeições práticas e rápidas, mas muitas vezes desconhece as peças menos nobres do animal e tão pouco sabe como confeccioná-las. Algo que pode até ser útil quando tanto se ataca o sector da carne e o consumo da carne de bovino está sob ataque. Quando se ataca a carne de vaca, Ana Geraldo diz que a informação é essencial. Mostrar como se faz e ter transparência é a melhor arma para combater muitas vezes “o desconhecimento e as notícias falsas”.
 

Argumentos para pedir reforço do POSEI “são sólidos mas não são suficientes  porque sozinhos não têm valor” Ler mais

Argumentos para pedir reforço do POSEI “são sólidos mas não são suficientes porque sozinhos não têm valor”

O Presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal, Eduardo Oliveira e Sousa, diz que a Região e os Governo da República têm de “saber defender” a importância que a agricultura tem nos Açores por forma a poder argumentar um reforço das verbas do POSEI para a Região. Eduardo Oliveira e Sousa acredita que por si só os argumentos da fixação de população nos meios rurais, das boas práticas ambientais e do bem-estar animal “não são suficientes” para pedir um reforço de verbas. Por isso insiste na necessidade de haver um grande trabalho “de fundo” para que a argumentação seja bem feita em Bruxelas.  O Presidente da CAP aconselha o Governo Regional a empenhar-se junto do Governo da República para que seja efectivada a garantia deixada por Phil Hogan numa visita aos Açores que não haveria cortes no POSEI para a Região. Mas admite que sem orçamento e sem Governo europeu ainda em funções “tudo pode ser alterado e por isso, embora haja vontade, enquanto não estiver assumido e escrito tudo pode acontecer”. 
 

A nossa gente (224) – Helena Cymbron Ler mais

A nossa gente (224) – Helena Cymbron

Helena Cymbron passou a infância e parte da adolescência entre Lisboa e os Açores e acredita que foi benéfico esse contacto com culturas diferentes. Foi professora durante 33 anos e ainda hoje gostava que fossem implementadas algumas metodologias que encetou, como receber os pais ao mesmo tempo na sala para que se conheçam uns aos outros e designar os melhores alunos para apoiar os mais fracos. Dedica-se à família ao voluntariado, que gostava de fazer mais, mas também tem como missão deixar um lar para pessoas deficientes que não tenham já os pais vivos.

“É preciso encontrar com os jovens uma vocação mais moderna para a Açorianidade que faça com que esta seja praticamente uma marca que  projecta os Açores no mundo” Ler mais

“É preciso encontrar com os jovens uma vocação mais moderna para a Açorianidade que faça com que esta seja praticamente uma marca que projecta os Açores no mundo”

À margem da conferência “Açores, Centralidade e Periferia”, Álvaro Laborinho Lúcio revela que vê com preocupação um certo “alheamento” por parte da juventude relativamente a problemas fundamentais como a Autonomia, a Açorianidade, e até o próprio papel da juventude na construção do seu próprio futuro. O Juiz Conselheiro Jubilado do Supremo Tribunal de Justiça entende que é necessário ter “a consciência exacta da gravidade do problema” para se começar a trabalhar em vários caminhos com os jovens para combater o problema. Depois, motivar o debate em pequenos núcleos por freguesia, para que os jovens se voltem a identificar com os conceitos de Autonomia e Açorianidade.

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