Os custos da Autonomia Regional ao Estado Ler mais

Os custos da Autonomia Regional ao Estado

(...)As contas do deve-haver tendem a considerar o arquipélago dos Açores muito significativo no património do Estado. Em todo o caso, a política não deve funcionar com base em valores financeiros, mas em valores de solidariedade humana entre membros da mesma família ou da mesma identidade nacional. O Estado, como pessoa coletiva política, o país afinal, existe porque pressupõe esse acordo formado ao longo dos séculos; quando se basear no valor do metal, eis que deixa de existir o 
Estado como conhecemos e passa a existir outras formas de gestão coletiva.

A governabilidade açoriana e a ditadura salazarista Ler mais

A governabilidade açoriana e a ditadura salazarista

O divórcio do Estado para com os insulares autonómicos tem permitido que os governos regionais promovam sistematicamente a descaraterização do sistema autonómico e com
as consequências políticas idênticas ao do período salazarista: uma sociedade amordaçada e medrosa, amarrada aos interesses de quem tem a sorte de entrar no clube do «Grande Amigo»

 

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