“Os açorianos vivem no seu interior a fé e devoção no Espírito Santo...” Ler mais

“Os açorianos vivem no seu interior a fé e devoção no Espírito Santo...”

“Se nós não ajudamos o povo a viver esta religiosidade popular dentro daquilo que é a doutrina da Igreja, isto, no fim, fica reduzido somente a uma expressão popular sem a ligação à Igreja. Às vezes, corre-se este risco. Eu tenho a experiência, nos quase 20 anos em que estive nos Açores, de que os padres, os pastores, sempre tiveram uma certa preocupação de estarem presentes a ajudar o povo a viver, cada vez mais, com a real autenticidade, aquilo que era a fé e a devoção ao Divino Espírito Santo”, alerta o Bispo D. António que, ao longo do seu bispado de 20 anos nos Açores constatou, com naturalidade, que há açorianos que não vão todos os domingos à missa mas “têm uma grande fé e devoção sincera ao Divino Espírito Santo”
 

O Divino Espírito Santo nos Açores Ler mais

O Divino Espírito Santo nos Açores

É deveras impressionante a expansão do culto do Divino no nosso Arquipélago. Diz-se que foi trazido de Portugal pelos franciscanos, que terão acompanhado os primeiros povoadores e que terá sido a Rainha Santa Isabel a introduzi-lo no nosso País, fazendo coroar um pobre, por alturas do Pentecostes, na sua vila de Alenquer. O certo, porém, é que tais celebrações só se mantiveram sem interrupção nas nossas Ilhas e daqui foram levadas para toda a extensão da diáspora açoriana.

Grupo SATA com prejuízo de  53 milhões de euros em 2019 Ler mais

Grupo SATA com prejuízo de 53 milhões de euros em 2019

O Grupo SATA anunciou ontem um prejuízo de 53 milhões de euros em 2019, um resultado considerado “estável” e “em linha com o ano anterior”. O prejuízo da Azores Airlines, no mesmo ano, foi de 55,8 milhões de euros, o que embora represente “uma melhoria de resultado” face a 2018, o conselho de administração admite que a companhia aérea “apresenta desequilíbrios operacionais e financeiros significativos”.

Descobertos novos vestígios do culto  ao Espírito Santo levado por açorianos   no século XVIII  para a Amazónia Ler mais

Descobertos novos vestígios do culto ao Espírito Santo levado por açorianos no século XVIII para a Amazónia

A fé e devoção no Divino Espírito Santo, vividas pelos açorianos desde os primórdios do povoamento do arquipélago, são luzes de esperança um pouco pelos quatro cantos do mundo, chegando a zonas onde a sua existência actual ainda está por descobrir. Lélia Nunes, nas suas vivências pelo Brasil, descobriu uma investigadora brasileira, Decleoma Lobato Pereira que, nos seus trabalhos de campo, tem registos actuais da vivência do culto do Espírito Santo levado por açorianos para Amapá, no interior da Amazónia, em meados do século XVIII. “A participação de imigrantes dos Açores na colonização da Amazônia foi significativa”, diz a investigadora. Estes vestígios são mais uma prova de que, para onde quer que foram à procura de uma vida melhor ou mesmo desterrados pela coroa portuguesa, os açorianos levaram para as localidades onde residiam, a fé e devoção no Divino Espírito Santo. Ainda hoje é assim.

 

Investigadora açoriana trabalha em  São Tomé e Príncipe para criar a primeira rede de Áreas Marinhas Protegidas do país Ler mais

Investigadora açoriana trabalha em São Tomé e Príncipe para criar a primeira rede de Áreas Marinhas Protegidas do país

Aos 48 anos, depois de lutar pelo sonho de trabalhar na área da conservação ambiental e de viajar por vários países, Luísa Madruga encontra-se a trabalhar para a mais antiga organização internacional de conservação da vida selvagem do mundo, a Fauna & Flora International (FFI), que lhe permite agora desenvolver e coordenar um projecto de conservação marinha a partir de São Tomé e Príncipe. No entanto, com as condicionantes impostas pelo novo coronavírus, esta micaelense escreveu-nos a partir de Bolonha, cidade onde se encontra actualmente.

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