“Vi e senti durante todo este tempo um grande sentido responsabilidade por parte da comunidade de Arrifes” Ler mais

“Vi e senti durante todo este tempo um grande sentido responsabilidade por parte da comunidade de Arrifes”

Davide de Jesus Rocha Barcelos, de 42 anos de idade é o pároco das freguesias da Saúde e Milagres, Ouvidoria de Ponta Delgada. Nasceu a 16 de Janeiro de 1978 e foi ordenado no dia 18 de Setembro de 2004. Nesta entrevista, diz ter na sua vida “os objectivos bem definidos”, quer para a sua vida pessoal, quer para as suas comunidades “e aplico-os sem medo, com confiança e ultrapassando todos os obstáculos até os conseguir atingir”.
 

“Ao longo da minha licenciatura comecei  a ter consciência que a minha condição  de ilhéu tinha influência no meu trabalho” Ler mais

“Ao longo da minha licenciatura comecei a ter consciência que a minha condição de ilhéu tinha influência no meu trabalho”

Beatriz Brum, actualmente responsável pelo Serviço Educativo do Arquipélago- Centro de Artes Contemporâneas, é Mestre em Artes Plásticas, bem como em Gestão Cultural, mestrados obtidos na escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha. Esta artista micaelense foi vencedora do prémio Jovens Criadores- Walk&Talk, 2015. Das suas exposições colectivas destaque para “No Feminino (2019), Galeria Fonseca Macedo, Ponta Delgada; “10 / 40” (2019), KUBIKGALLERY, Porto; “Desenhos” (2015), Museu José Malhoa, Caldas da Rainha e “Close-up 25, vinte e cinco anos de Artes Plásticas nas Caldas da Rainha” (2015), Hospital Júlio de Matos, Lisboa. Em termos de exposições individuais, no seu currículo já conta com a “Cor de Luz (2019), Biblioteca FCT Nova, Lisboa; “Bruma” (2016), Hotel Madrid, Caldas da Rainha; “Reflexos” (2015), Foyer Sede Banif , Ponta Delgada “Bons Sons, Cem Soldos. No entender de Beatriz Brum, devido à Covid-19, “todas as áreas estão a ser afectadas e a cultura, como sempre, as artes serão uma das áreas mais frágeis, mesmo que, anteriormente a este acontecimento, se vivesse momentos de prosperidade e com a esperança de que as coisas estavam num bom caminho nos Açores”. O próximo projecto desta artista açoriana será o Brum Atelier, o seu espaço de trabalho.
 

Marcha dos Coriscos ‘dissolve o bairrismo, promove turismo interno, potencia a  diversidade cultural e fomenta a amizade’ Ler mais

Marcha dos Coriscos ‘dissolve o bairrismo, promove turismo interno, potencia a diversidade cultural e fomenta a amizade’

Criada em 2010 por um grupo de amigos, da ilha de São Miguel, a Marcha dos Coriscos tem tido a oportunidade de contribuir para aquele que é um momento com tradição e de relevo da cultura açoriana, através da sua alegria e amizade. E,  durante a 
última década a mesma tem sido uma referência nas festividades em Angra, diz Luís Freitas, presidente da associação.

“Não me considero um artista de grande projecção, mas aqui nos Açores  acho que tenho o meu lugar...” Ler mais

“Não me considero um artista de grande projecção, mas aqui nos Açores acho que tenho o meu lugar...”

Com mais de 30 anos de produção artística, José Carlos Almeida, tem realizado vários trabalhos e exposições nos Açores. Também já teve alguns dos seus trabalhos expostos nos Estados Unidos da América e no Canadá. Considera-se um autodidacta e tem na escultura a sua forma de arte preferida. É o autor de algumas obras bem conhecidas na Região como a Porta dos Povoadores, na Povoação, ou do Monumento aos Combatentes, junho ao hospital de Ponta Delgada, para além de ter realizado duas dezenas de bustos que se encontram em vários locais dos Açores. Nesta entrevista, José Carlos Almeida conta-nos um pouco da sua história, do seu processo criativo e daquilo que pretende fazer no futuro.

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