“A Autonomia não tem justificação se não olhar para as nove ilhas” Ler mais

“A Autonomia não tem justificação se não olhar para as nove ilhas”

“Caminhamos para a desertificação da maior parte das ilhas. O caso de São Jorge, por exemplo. Na última década, num universo de 10 mil, São Jorge perdeu 20 por cento da população. São duas mil pessoas e ficar com oito mil. Na Graciosa e nas Flores estão com quatro mil pessoas, cada... No Corvo?” Ora, como afirma José Adriano Borges de Carvalho, a Autonomia “só se justifica se tiver em conta que os Açores são nove ilhas”.

Lula rendeu meio milhão de euros em mês e meio aos armadores e pescadores na lota do porto de Rabo de Peixe Ler mais

Lula rendeu meio milhão de euros em mês e meio aos armadores e pescadores na lota do porto de Rabo de Peixe

Pelas estatísticas depreende-se que, no primeiro mês e meio deste ano, no porto de Rabo de Peixe (113,1 toneladas), descarregou-se mais do dobro de lula em comparação com as restantes lotas da Região (209,1 toneladas) e o preço médio da espécie por quilo é mais elevado na lota de Rabo de Peixe (5.17 euros) do que nos restantes portos de São Miguel (5.11 euros o quilo) e do total dos Açores (5.11 euros o quilo).
 

Câmara de Ponta Delgada avança em Março com recolha de ‘restos dos pratos’  na restauração e cantinas das escolas Ler mais

Câmara de Ponta Delgada avança em Março com recolha de ‘restos dos pratos’ na restauração e cantinas das escolas

Os resíduos orgânicos, que nos restaurantes são os “restos de comida” inutilizados, vão passar a ser recolhidos num contentor próprio que depois serão depositados numa viatura especial e depois transportados para uma empresa privada para fazer o tratamento biológico dos resíduos. A Câmara de Ponta Delgada espera que entretanto a MUSAMI possa ter também uma central de tratamento de orgânicos e que a tecnologia avance para os sacos serem biodegradáveis e compostáveis. A Câmara investiu menos de 100 mil euros no projecto.

Entre 2016 e 2019 a APAV apoiou nos Açores 46 crianças e jovens vítimas  de violência sexual Ler mais

Entre 2016 e 2019 a APAV apoiou nos Açores 46 crianças e jovens vítimas de violência sexual

Os dados foram recentemente partilhados pelo Projecto CARE, pertencente à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), designado especificamente para acompanhar crianças e jovens vítimas de violência sexual. De acordo com Carla Ferreira, gestora técnica do projecto, o cenário no arquipélago vai ao encontro daquilo que acontece a nível nacional, dando conta de que são os jovens entre os 14 e os 17 anos aqueles que procuram apoio mais frequentemente, num fenómeno que vem a ser transversal na sociedade portuguesa, onde surgem cada vez mais crimes perpetuados através dos meios digitais, como o “grooming” e o “sexting”, ou a partilha de pornografia.

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