A Madeira e os Açores têm uma relação  activa e próxima na defesa dos interesses  comuns em Portugal e na União Europeia Ler mais

A Madeira e os Açores têm uma relação activa e próxima na defesa dos interesses comuns em Portugal e na União Europeia

O seu nome é Miguel Filipe Machado de Albuquerque, mas os madeirenses tratam-no simplesmente por Miguel Albuquerque, uma atitude que atesta de quanto o Governante está próximo do povo e dos seus problemas. Para nos conceder esta entrevista, ele recebeu-nos no seu gabinete de trabalho da Quinta Vigia, lugar por  onde  passaram e viveram destacadas personalidades, entre essas o Duque Lenchtenberg, filho do príncipe Eugénio Napoleão e genro do czar Nicolau I da Rússia. A sua comitiva era composta por um Príncipe, um Conde, um Capitão, um Secretário e 15 criados. Ali viveram a Imperatriz Amélia do Brasil, viúva de D. Pedro IV, a sua filha, Princesa D. Maria Amélia, o Imperador Maximiliano e julga-se que Sissi, na sua primeira visita à Madeira, se hospedou ali. O Presidente acolheu-nos com aquela cordialidade e simpatia que lhe são características, cujo amor pela sua ilha não esconde. Aparenta uma visão realista dos problemas que afligem o mundo atual – aliás, o mundo no qual vive. Preocupa-o os diferentes problemas que infernam, ainda, a Região, descrevendo a verdadeira corrida contra o tempo para solucionar muitos deles: as questões mais prementes nas áreas do social, da saúde e da educação, indo aos outros sectores, todos fundamentais para o desenvolvimento sustentado da Região. Está consciente de não ter podido resolver algumas das questões, que remete para o próximo mandato se essa for a vontade dos eleitores. A exaltação da mulher e do homem madeirenses como seres humanos integrados numa sociedade cada vez mais exigente, informada e livre, foi, e é, uma das suas preocupações, e razão para a defesa acérrima de maior autonomia. Um dos aspectos que também o aflige prende-se com as comunidades madeirenses espalhadas pelo mundo às quais diz que o seu Governo tem dado um enorme apoio. O problema da Venezuela, o regresso de tantos emigrantes à terra, a gravíssima situação que ali vivem milhares de compatriotas; madeirenses trabalhadores e honestos que ajudaram, durante uma vida inteira, a construir aquele país e, de repente, depois de tanta labuta, encontram-se numa situação de miséria. Estes problemas e, ainda, a questão do Brexit, são assuntos da sua agenda quotidiana. O diálogo que travámos com o Presidente do Governo da Madeira, que a seguir reproduzimos, dá-nos a personalidade de um político muito bem preparado e consciente do nível dos problemas das diferentes áreas da sua governação. 

“As pessoas estão mais afastadas  do que nunca da prática religiosa” Ler mais

“As pessoas estão mais afastadas do que nunca da prática religiosa”

Há sete anos na Paróquia dos Fenais da Ajuda, o pároco José Maria, de 65 anos de idade, diz que esta tem sido a missão mais difícil do seu sacerdócio. A Freguesia tem no entanto as suas tradições e as suas festas, “mas a prática cristã é diminuta”. Não querendo individualizar, reconhece também que “esta é uma realidade que acontece, de igual modo, em quase todas as freguesias, porque as pessoas estão muito entregues às preocupações materiais, numa sociedade de facilitismos e onde têm tudo e são solicitadas para muitos outros apelos”.

“Silêncio da Casa do Povo  causa muita revolta na freguesia” Ler mais

“Silêncio da Casa do Povo causa muita revolta na freguesia”

O Presidente da Junta de Freguesia dos Fenais da Ajuda estranha “não se ouvir falar em eleições para os órgãos sociais da Casa do Povo”, que tem servido a Freguesia com um centro de convívio para idosos, que nota que “são cada vez menos, os utentes que frequentam o espaço e também serve a população com um único CATL, mas o sítio onde funciona não é o mais apropriado para as funções e causa muita revolta na freguesia, na sua grande generalidade, porque é mais adequado para festas”.

Rui Martins: “Mais do que os poderes da  República ou da Região, o que interessa  é gerir de forma responsável o nosso mar” Ler mais

Rui Martins: “Mais do que os poderes da República ou da Região, o que interessa é gerir de forma responsável o nosso mar”

Rui Martins defende uma “resposta firme na erradicação da pobreza. O Estado não tem que ter apenas respostas de contingência para o problema da pobreza. Apesar de ouvir sempre falar de programas e soluções, o paradigma não muda. Não é de facto um problema novo na nossa história colectiva, mas é porventura o maior fracasso social de quatro décadas da nossa democracia e é urgente olharmos de uma maneira séria para todas as implicações da sua existência no plano individual, familiar e social. É preciso comprometermo-nos todos em encontrar respostas efectivas para o problema”.

“Foi um orgulho e a melhor coisa que me aconteceu na vida na Selecção: chegar  ao Porto e igual e passar o Eusébio” Ler mais

“Foi um orgulho e a melhor coisa que me aconteceu na vida na Selecção: chegar ao Porto e igual e passar o Eusébio”

Pedro Resendes “Pauleta”, é o segundo melhor marcador de sempre da Selecção Nacional mas nunca esquece os dias em que começou a jogar à bola com os vizinhos na 2ª Rua do Terreiro, em São Roque. Nem esquece o dia em que o pai, com a camisola do Micaelense, marcou dois golos que ajudaram o clube a subir de divisão e andou a correr atrás dele no campo para o abraçar mas Pedro pensava que era para o repreender por o ter proibido de ir ao jogo. Fez uma carreira internacional, criou a sua própria escola de futebol, uma Fundação e não se esquece de retribuir a quem menos tem. Sempre programou a sua vida para regressar aos Açores e apesar de agora viver em Lisboa, essa intenção ainda se mantém.

João Moniz ganha notoriedade e actua no Monte Verde e na Zambujeira do Mar Ler mais

João Moniz ganha notoriedade e actua no Monte Verde e na Zambujeira do Mar

Há precisamente 3 anos, na rubrica “Conversando com…”, João Moniz era um jovem promissor que desde muito cedo tomou contacto com instrumentos musicais e a sua primeira actuação em palco foi com a icónica canção açoriana “Ilhas de Bruma”. Passado este tempo, este músico micaelense nota uma evolução positiva enquanto artista e pessoa, e uma vontade enorme de partilhar o que mais gosta de fazer. Para tal, tem trabalhado muito e isso tem-lhe dado mais oportunidades, ao ponto de ter estado recentemente em dois grandes eventos musicais: o Festival Monte Verde, em São Miguel, e no Sudoeste, na Zambujeira do Mar, duas experiências incríveis num tão curto espaço de tempo, ainda está a digerir os momentos. O seu principal objetivo no mundo da música é partilhar o seu trabalho, não interessa se num palco pequeno ou num palco grande, desde que haja alguém para ouvir o que tem a “dizer” ou o que sente. Paralelamente é colaborador da Academia das Expressões.

Revista Pub açorianissima