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“Sinto-me cada vez mais em casa”

Bernardo Sousa prepara-se para a segunda presença no Campeonato dos Açores de Ralis, que começa a 21 de Março com o Azores Rallye. Um ano de grande aposta na conquista do título depois de no ano passado ter sido de mais aprendizagem e de melhor conhecimento de provas que não estava habituado a competir.
O piloto madeirense reconhece que a fasquia está alta para este ano. Novo carro, novo co piloto e muita fé que em Novembro possa celebrar um título de um projecto que passou a figurar até ao final de 2020.
Depois da apresentação, Bernardo Sousa colocou-se à disposição para responder ao que lhe foi colocado.

Sente que este ano a pressão para ser campeão açoriano aumenta, para mais com carro novo e com mais conhecimento dos troços?
Quem mete a pressão sou eu porque tenho sempre objectivos muito altos. Gosto de ganhar e não gosto de perder. Portanto é normal que a pressão esteja lá. Obviamente que todos os envolvidos nesta equipa querem ganhar, mas não querem mais do eu.
A pressão aumenta porque o ano passado perdemos o campeonato na última prova. Este ano as coisas serão diferentes. É uma nova dupla, carro novo, por isso há cada vez mais pontos a favor porque já conhecemos melhor os ralis, já conhecemos a tipologia dos troços. Sinto-me cada vez mais em casa.
Porque decidiu escolher para ser co piloto Vítor Calado?
É uma pessoa que eu acredito que traga mais-valias para o projecto e é mais do que qualificado para abraçar um projecto desta dimensão.
É um pouco começar outra vez?
Acho que não. Ao contrário do que se pensa ou daquilo que se chegou dizer, o navegador obviamente que é importante e é sempre bom com qualquer piloto. Agora, as notas que transmite não foram por ele inventadas. Eu é que lhes digo para escreverem 99,9 por cento das notas que um co-piloto está a ditar ao piloto, têm como base aquilo que disse para escrever.
Alguma vez equacionou ser um navegador dos Açores?
Isso também esteve em cima da mesa, não vou estar aqui com rodeios. Mas depois a decisão foi a que foi tomada e o que está decidido está!
Que expectativas tem para o Citroën C3 R5? 
Tenho a certeza que é um carro bem construído. Já vi o carro a competir e vê-se que é um carro que me enche as medidas. Tem novos fornecedores e outros tipos de materiais que seguramente tornaram o carro mais evoluído face ao DS3. 
Não tenho qualquer tipo de conhecimento. Nunca me sentei nele a não ser no carro do José Pedro que é idêntico.
O C3 parece-nos um carro mais “dócil”. O DS3 é um carro extremamente agressivo?        
De facto o DS3 é um carro muito agressivo. É um carro extremamente difícil de guiar mas também é um carro extremamente competitivo. Por sua vez o C3 será um passo à frente. É mais competitivo e, de facto, é um carro mais “dócil”, menos ruidoso, mas o importante é que seja rápido.
 Depois dos acontecimentos na fase final do campeonato de 2018 relativamente ao que se passou na ilha do Pico, culminados com troca de argumentos entre si e Luís Miguel Rego, pode receber menos apoios por parte das pessoas que vão estar nas estradas?
Acho que não. Só quem está lá dentro é que sabe o que é ter um acidente e com um colega em dificuldades de saúde. É

“Antes de se assistir ao incremento dos fluxos turísticos, a partir de 2015, o Eurosport colocou as imagens dos Açores no Mundo, e isso deveu–se ao Rali dos Açores Ler mais

“Antes de se assistir ao incremento dos fluxos turísticos, a partir de 2015, o Eurosport colocou as imagens dos Açores no Mundo, e isso deveu–se ao Rali dos Açores

Estamos a pouco menos de dois meses da realização da edição 2019 do Azores Rally. A perda do principal patrocinador deixa a organização com um campo de manobra mais reduzido em relação à própria dimensão da prova. Reduzir custos é um imperativo obrigatório, mas esta redução não pode atingir a vinda dos próprios pilotos, de jornalistas e de outras publicações internacionais que ajudam a promover a prova,  sem  por em causa a sua própria sustentabilidade.
Numa visita relâmpago de 24 horas, esteve na 5.ª feira em Ponta Delgada Jean Batiste Lay, Director Geral do ERC- European Rally Championship, para reunir com a Comissão Organizadora do Azores Rally, e ser informado sobre o nível de preparação da prova, numa altura em que estamos a menos de uma semana da abertura das inscrições.

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“Que seja como o filme de “Rocky Balboa”

Estamos no início do ano, mas este Santa Clara-Benfica, pelo que entusiasmo que está a rodeá-lo, já é considerado o jogo do ano. A partir das 18h00 de hoje, o 9.º classificado, com 21 pontos, recebe o 3.º, com 36 pontos. 
João Henriques comparou a desigualdade nas capacidades das duas equipas com o filme da saga “Rocky Balboa”.