Francisco Furtado é perito em transportes: “poder ser útil aos Açores e ao país é o que me motiva bastante” Ler mais

Francisco Furtado é perito em transportes: “poder ser útil aos Açores e ao país é o que me motiva bastante”

O açoriano Francisco Furtado é um perito da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) em sistemas de transportes e já foi sondado pelo Executivo açoriano para um estudo sobre a problemática dos transportes na Região. Neste momento, está a liderar o projecto de Descarbonização de Transportes em Economias Emergentes na Argentina e vai lançar em Portugal um livro sobre a ferrovia. Considera, a propósito, que a ferrovia de mercadorias em Portugal “é um caso de sucesso” e, por isso, “um caso de estudo na Europa”. Defende que se deve encurtar o tempo na viagem de comboio entre Lisboa e Porto e é de opinião que os portos portugueses “podem estender o seu alcance em terra associados à ferrovia”. Sobre os Açores, elogia a rede viária em São Miguel que permite chegar a toda a ilha no espaço de 30 a 45 minutos. Defende que a mobilidade eléctrica na ilha deve adoptar veículos pesados mais eficientes
 

“Os Conservatórios de Música são a casa-mãe da formação artística qualificada” Ler mais

“Os Conservatórios de Música são a casa-mãe da formação artística qualificada”

O nosso entrevistado, Ricardo Botelho, é o novo Presidente da Direcção da Associação Musical para o desenvolvimento musical dos Açores, vulgo Coro de S. José e está ligado profundamente à música, desde criança, altura em que acompanhava a mãe nos ensaios do Coral de S. José, tendo integrado o Coro do Colégio de São Francisco Xavier. A música e o canto foram-se enraizando no seu dia-a-dia, ao ponto de ingressar no Coro Infanto-Juvenil do Coral de São José e, com apenas 14 anos, transitou para o Coro Sinfónico, no naipe dos tenores, onde ainda hoje se mantém. Ricardo Botelho elege como maior evento musical dos Açores o Festival Monte Verde, pelo seu alcance e notoriedade. O novo Presidente do Coral de S. José confessa que não é fácil, mas a Associação Musical teima em manter a fasquia alta, pois ali não são de baixar os braços, nem de se contentarem com o possível. Trabalha-se com afinco porque o público merece que se continue a apostar na qualidade e na inovação. O que move o elenco musical daquela Associação e os membros dirigentes do Coral de São José é o desafio constante e a paixão com que vivem toda a sua atividade. Hoje o Coral de S. José é ilhéu, mas é do mundo!

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