Banif celebra Dia Mundial da Poupança com condições especiais para clientes com Depósito Especial

O Banif está a assinalar o Dia Mundial da Poupança, que se celebra hoje oferecendo condições especiais na constituição do Depósito Especial Poupança.   
Até hoje e para clientes Banif@st, o Banif disponibiliza o Depósito Especial Poupança com uma taxa de juro de 3,5% (TANB) a 360 dias. O pagamento de juros é efectuado na data de vencimento, por crédito na conta de Depósitos à ordem associada.
 Com um montante mínimo de constituição de €5.000 e um máximo de €50.000, este produto destina-se a particulares (maiores de 18 anos) e empresas, residentes ou não em Portugal.  
Tal como em anos anteriores, o Dia Mundial da Poupança é assinalado pelo Banif com o lançamento de um produto que se destaca pelas suas condições atractivas, oferecendo assim aos seus Clientes uma oportunidade para rentabilizar da melhor forma as suas poupanças.
 Para aderir a esta campanha pode constituir o Depósito Especial Poupança através do serviço de banca electrónica Banif@st. Mais informações em www.banif.pt ou dirija-se à sua Agência Banif.

Restaurante Terra Nostra entre os 52 finalistas do concurso de “Melhor carta de Vinhos 2013”

O Restaurante do renovado Terra Nostra Garden Hotel, nas Furnas está entre os 52 finalistas do concurso de “Melhor Carta de Vinhos 2013”
Esta é a 4ª edição do Concurso Nacional de Cartas de Vinhos, promovida pela Revista de Vinhos, em colaboração com a distribuidora PrimeDrinks.
Este concurso pretende escolher e premiar, entre os Restaurantes estabelecidos em Portugal, aqueles que apresentam a melhor carta de vinhos disponível para os seus clientes.
Os vencedores serão conhecidos no dia 11 de Novembro, na Feira “Encontro com o Vinho e Sabores” que terá lugar em Lisboa.
De escolha criteriosa, a carta de vinhos do Restaurante Terra Nostra encontra correspondência no programa da renovação do hotel, evidenciando um posicionamento muito claro, ao nível da vertente gastronómica;
É proposta uma carta elegante, com vinhos a copo; cuidada selecção de Espumantes, Brancos, Rosês e Tintos das mais variadas regiões do país, na qual os vinhos dos Açores têm um lugar de destaque, e que se completa com uma cuidada selecção de vinhos de prestígio e algumas raridades.
Alinhada com a tradição Terra Nostra, é dinâmica e apresenta notas de modernidade, preparada para satisfazer o mais exigente conhecedor.
Assim a concebeu Manuel Moreira, o escanção que foi simultaneamente responsável pela selecção dos vinhos e pela preparação de uma equipa jovem, mas absolutamente dedicada ao culto do vinho, que dá o devido suporte a uma carta que contou com a sólida parceria da loja A Vinha Garrafeira, determinante para a criação desta ambiciosa carta de vinhos, única nos Açores.
Desde a sua reabertura em Junho, muitos têm sido os hóspedes e passantes naquele hotel, que em comentários tem confirmado, a elegância, o conforto e o charme que envolve quem o visita, e a qualidade de serviço com que aquela unidade hoteleira se identifica.

Homem agride mulher com faca

A Polícia de Segurança Pública revelou ontem que, em Ponta Delgada, foi detido por violência doméstica, um homem, após ter agredido, com uma arma branca, a cônjuge. A mulher recebeu tratamento e o homem vai ser ouvido pelo juiz de instrução criminal que determinará as medidas de coacção mais adequadas.
No mesmo concelho, na sequência de um acidente de viação, os agentes de autoridade detiveram um homem, de 49 anos de idade, por condução de um veículo automóvel, sob a influência de álcool, com uma taxa de 1,65 g/l.
Em Rabo de Peixe, elementos policiais detiveram um jovem de 17 anos de idade, por condução de um veículo automóvel, sem carta de condução.
Pela Esquadra da Maia, foi realizada uma acção de sensibilização junto de automobilistas, no troço da SCUT PortoFormoso - Ribeira Grande, um dos pontos negros a nível de sinistralidade naquela área. A sensibilização contou com a presença de elementos polícias em colaboração com um funcionário da SCUT para efeitos de sinalização.
De acordo com informação policial foram fiscalizados cerca de 40 viaturas, sendo distribuídos 3 panfletos e uma revista da Prevenção Rodoviária Açoriana, com diversos concelhos para condutores e peões. A sensibilização consistia em alertara os condutores para a necessidade de moderar a velocidade naquela via e adaptá-la às condições existentes, principalmente quando o piso se encontra molhado, o que leva a que surjam despistes, embates traseiros ou colisões laterais motivados, pela não adequação da velocidade às condições do piso.
Quanto à sinistralidade rodoviária, a PSP registou a ocorrência de 3 acidentes de viação, dos quais resultaram danos materiais.

‘Requalificar’ lança desempregados com licenciaturas da área de humanidades em mestrados e pós-graduações técnicas

Um universo de 2.485 desempregados com o 12º ano de escolaridade e ensino superior podem concorrer ao programa ‘Requalificar’ para o qual o Governo dos Açores vai abrir inscrições a partir de amanhã e durante um mês, soube o ‘Correio dos Açores’.
Em Setembro deste ano estavam inscritos nas agências de emprego dos Açores 1.785 desempregados com o ensino secundário e 700 desempregados com o ensino superior. A maioria esmagadora destes desempregados são mulheres (1.470 possíveis candidatos).
O programa, criado por resolução do Governo dos Açores de 8 e Outubro, destina-se a dotar de maiores competências os desempregados inscritos que sejam titulares de licenciaturas com baixa empregabilidade.
 A lista das licenciaturas com baixa empregabilidade, publicada em portaria governamental  de 16 de Outubro são ‘Educação’, ‘Línguas e Literatura’, ‘Ciências Sociais e História’, ‘Comunicação’, ‘Relações Públicas’, ‘ Ciências do Ambiente e Biologia’ e ‘Construção Civil, Engenharia Civil e Arquitectura’.
Ao analisar-se estas licenciaturas, verifica-se que 71% é composta por cursos das áreas de humanidades (5 em 7) onde, pelo que confirmam as fontes de informação do ‘Correio dos açores’,  “garantidamente, a presença curricular de cadeiras das áreas das ciências exactas é virtualmente nula”.
Com efeito, a oferta do programa ‘Requalificar’, no Pólo de Ponta Delgada da Universidade dos Açores, é para os mestrados em Biotecnologia em Controlo Biológico, Ciências Biomédicas, Ciências Económicas e Empresariais e Gestão do Turismo internacional.
No âmbito do programa, são também disponibilizadas aos desempregados com ensino superior pós-graduações em Gestão de Empresas e Segurança Alimentar e Saúde Pública.
No Pólo da Terceira da Universidade dos Açores os desempregados com ensino superior vão ter oportunidade de se candidatar ao programa ‘Requalificar’ para mestrados em Engenharia Agrónoma, Engenharia Zootécnica e Tecnologia e Segurança Alimentar.
No Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, o ‘Requalificar’ possibilita o mestrado em Estudos Integrados dos Oceanos aos desempregados com o ensino superior.
As fontes de informação do ‘Correio dos Açores’ sublinham o facto de “não haver congruência” entre a formação em humanísticas dos desempregados com o ensino superior e os cursos de base técnica proporcionados pelo programa ‘Requalificar’ que é muito rígido em relação ao grau de requalificação dos candidatos.
 De facto, o programa ‘Requalificar considera que um aproveitamento a 50% dos alunos representa um ‘chumbo’ e, perante tal grau de exigências, “está-se mesmo a ver o que vai acontecer com os licenciados oriundos das áreas humanísticas!” Além disso, se o desempregado “desejar participar neste programa, a sua ficha de inscrição na Agência para a Qualificação e Emprego passa para o Status de Activo e em Formação, “deixando de poder ser selecionado para nenhuma outra acção com origem na Agência, nem poder aceitar qualquer oferta de emprego que possa surgir através da mesma”.
Fica claro, dizem as nossas fontes de informação, que esta “é mais uma forma velada de esconder a realidade do número de desempregados dos Açores” o que é considerado “absolutamente condenável”.
“Vão os desempregados licenciados nas áreas de baixa empregabilidade arriscar a aderirem a um mestrado de Controlo Biológico quando a sua formação base e profissão tem a ver com Comunicação Social, por exemplo?”, questionam.
“Não soa isto a armadilha quando as penalizações  são pesadíssimas?”, perguntam.
As fontes de informação do ‘Correio dos Açores’ concluem que, com os actuais contornos, o programa ‘Requalificar “estará a agravar mais ainda a frágil situação de milhares de desempregados, ao dar-lhes a ilusão de que este programa é uma facilidade incrível mas que poderá ter um custo na ordem dos 3.000 a 4000 euros por participante, caso tenha de se verificar uma desistência cuja justificação não se enquadre na Declaração de Honra que cada utente assina quando se inscreve na Agências para a Qualificação e Emprego”.
                                                           

Lagoa aprova por unanimidade voto de protesto contra fecho do serviço de finanças

Foi apresentado em reunião de câmara e aprovado por unanimidade um voto de protesto que repudia a intenção de encerramento do Serviço de Finanças de Lagoa, pelo PREMAC – Programa redução e Melhoria da Administração Central, aplicado pelo Governo da República.
Segundo a autarquia lagoense “o encerramento do serviço de finanças virá prejudicar o acesso dos cidadãos aos serviços do Estado, na medida em que ignora as particularidades e especificidades do concelho e da ilha, colocando em causa o cumprimento dos princípios constitucionais de coesão nacional e territorial.” Considera ainda que, “esta medida que visa poupar, apenas, alguns recursos públicos em nada irá contribuir para a contenção da despesa do Estado e não se traduz em ganhos de eficiência, sendo por isso uma opção política errada.”
O concelho de Lagoa tem ainda outras questões de natureza particular que devem ser consideradas, designadamente, o facto da Lagoa ter alcançado recentemente o estatuto de cidade e deter um elevado volume de processos e atendimentos realizados anualmente nesse serviço de finanças. O Município tem, desde há muito tempo, duas funcionárias destacadas no serviço de finanças de Lagoa.
Por outro lado, este encerramento causará um transtorno aos lagoenses, que ficarão obrigados a deslocar-se ao concelho de Ponta Delgada para resolverem qualquer assunto fiscal, sobretudo por, neste concelho, uma parte considerável da população não deter conhecimentos, nem meios informáticos que lhes permitam resolver quaisquer assuntos ou processos on-line. Deste modo, o encerramento do serviço de finanças propicia o agravamento da situação de falta de esclarecimento fiscal do contribuinte, cuja consequência directa é o aumento da percentagem de erro no processo de declaração fiscal, cujo prejudicado, além dos contribuintes, será também o Estado. Os prejuízos económicos dessa medida para a cidade de Lagoa, muito em particular, para a economia local, na medida em que a existência deste serviço no concelho motiva a circulação de pessoas e dinamiza o sector do comércio e serviços, tanto mais que o mesmo é procurado por muitas pessoas de outros concelhos, em virtude do reconhecimento que é atribuído aos seus funcionários, relativamente à eficiência e celeridade com que estes tratam qualquer assunto.
Por outro lado, o fato da melhoria dos serviços públicos ser uma exigência que se impõe sem que se tenha de, necessariamente, proceder ao encerramento de serviços, criando inúmeros constrangimentos às populações, contribuindo simultaneamente para a desertificação do concelho.
O Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, João Ponte, salienta que tem consciência de que o país está obrigado ao cumprimento de um memorando, assinado com instâncias internacionais, mas também não podemos aceitar que as populações sejam sempre as prejudicadas. Não se compreende a aplicação de mais este corte “cego” da República, que atinge um serviço essencial, cuja alternativa não é minimamente conhecida.” . Nunca foram debatidos com o Município, enquanto entidade representante dos cidadãos e que presta um serviço público de proximidade, os critérios e argumentos subjacentes ao encerramento do serviço de finanças do concelho, o que nos permitiria dar a garantia de que a Câmara Municipal está disponível para assumir eventuais responsabilidades que assegurem a permanência deste serviço na mais jovem cidade do país. A autarquia recusa, deste modo, a aceitação do fecho deste serviço público no concelho e deixar a garantia de que tudo faremos para o impedir, visto que não se pode permitir que, uma decisão impiedosa e irresponsável, proferida no Terreiro do Paço, subtraia ao concelho de Lagoa uma das mais elementares garantias cívicas”.