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Tristeza de fim de ano: Terapeuta emocional Marta Martins explica motivos e dá dicas como lidar

Marta Martins é Terapeuta emocional, que “através da Terapia de Reprocessamento Generativo (TRG), o método orienta para a resolução de problemas emocionais e psicossomáticos, libertando a pessoa de traumas, fobias, compulsões, depressão, crises de pânico, que quando acumuladas ficam gravadas no cérebro criando bloqueios e limitações. São métodos, que irão ajudar as pessoas livrarem-se das suas dores emocionais”. E reafirma, que a TRG pode fazer isso.

Porque é que há pessoas que ficam mais tristes no final do ano?
O final do ano é uma época que reflectimos, fazemos um balanço sobre o que passou, fizemos uma auto-análise. Todo esse ritual pode provocar uma alta carga de stress emocional. E para uns chega como momento de festas, comemorações, reencontros, alegrias, mas também há aquelas pessoas que ficam mais emotivas. Pois, o final do ano representa também o final de um ciclo.

Quais são os factores que podem causar esse síndrome de tristeza?
O passado afecta o presente, sim! Momentos que marcaram as nossas vidas na mesma época do ano quando ainda crianças, essas lembranças exercem muita influência na forma de sentir de cada pessoa.
Idealização excessiva, perceber que não conseguiu cumprir todas suas metas, gerando uma carga excessiva de expectativas e frustrações e a insegurança em tentar perceber, antecipadamente, se os objectivos propostas irão, ou não realizar-se no próximo ano.
No luto, a morte de alguém querido ou término de um relacionamento, também são momentos marcantes para sentir falta dessas pessoas e isso torna-se um momento muito doloroso.
Estar sozinho, por situações adversas, não é possível passar as datas comemorativas com a família, e esse tal afastamento pode gerar sentimentos de solidão e tristeza”.

A tristeza de fim de ano pode ser considerada depressão?
Muitas pessoas comparam a tristeza de final de ano com a depressão. É importante não confundir a tristeza e a frustração dessa época com a depressão. Na tristeza de final de ano, estamos citando uma situação esporádica. A depressão tem como um dos sintomas a tristeza, porém o seu diagnóstico necessita de outros sintomas para ser definido como tal.

O que pode ser feito para amenizar essa tristeza?
Quando uma pessoa que se ama nos chega triste ou desanimado o que se lhe diz? Com certeza, que se irá abraçá-la e dizer ‘Não fiques assim, tenho orgulho em ti, pois foste tão forte e corajoso, superando tantas coisas, tens tanto tempo pela frente para realizar os teus sonhos, não te vou deixar desistires!’ Não é isso, que se dirias a um amigo ou familiar? Com certeza, que sim! E pergunto: porque não fazer o mesmo connosco se estivermos triste e, depressivo? Reconhecer o nosso valor e superação? Qual é a pessoa que mais te conhece se não tu mesmo? Apesar das lutas ainda estás em pé! Faça isso e verá a força, que cresce dentro de si! Aprende a ser A maior prioridade!

Essa tristeza tem origens mais profundas?
Claro que sim! O nosso corpo físico é um reflexo das nossas emoções, crenças e sentimentos. Sempre que algo não vai bem, o nosso corpo encontrará um meio de sinalizar, que há um problema. É assim que surgem as doenças e dores emocionais. As doenças não são mais do que manifestações do inconsciente, que precisam alertar-nos sobre questões internas mal resolvidas. Se sentires ressentimento e não resolveres esse problema emocional, ao longo do tempo poderá surgir tumores e câncer. Então, antes de você ter que passar por alguma doença, cuide das suas emoções, entenda a raiz delas, aprenda com elas e assim tenha uma vida mais plena e tranquila. Fazer terapia é libertador pois ela actua no inconsciente acessando o problema na raiz para então compreender, de maneira clara, o que causam desconfortos e dores emocionais”.

Quem é quem?

Marta Martins, de 48 anos de idade, é terapeuta emocional. Com mestrado em Psicologia Infantil e Inteligência Emocional. Sobre a Inteligência Emocional, diz que “ensina as pessoas a saber lidar com as emoções”, validando que hoje em dia há muita gente que não sabe lidar com as suas emoções. A nossa interlocutora é brasileira, natural do Rio Grande do Sul, da cidade de Crissiumal.
Acresce referir, que Marta Martins poderá responder qualquer questão através do E-mail: dra.martamartins75@gmail.com. Qualquer consulta poderá ser agendada através do número móvel: 92 7778375.

Marco Sousa

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