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Artista açoriano expõe na Sociedadede Belas Artes em Lisboa

O artista plástico açoriano Gabriel Garcia vai inaugurar pelas 18h30 do dia 16 do corrente a exposição individual “Après La Fenêtre”, na Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa, Galeria de Arte Moderna.
Gabriel Garcia, nasceu na Madalena do Pico, em 1977. Licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, e foi também aluno do artista Luís Filipe Franco, na Academia das Artes de Ponta Delgada.
Para Gabriel Garcia, “a definição de obra de arte é um processo. Tem sido essa a sua busca na pintura, no desenho ou na instalação, investigando e acreditando acima de tudo no processo do próprio desenvolvimento criativo como artista plástico”.
Esta exposição, “Après la Fenêtre”, tem como referente, traduzindo do título em francês, “para lá da janela”, representando, também, “para lá da sua definição prática, uma ideia simbólica, a transição entre espaços ou até mesmo a barreira entre o mundo interior e o mundo exterior. Há quase uma busca poética e filosófica sobre a verdade, a introspecção do eu ou as fronteiras da existência humana”.
“Ao preparar esta mostra, houve um olhar, que não é novo, sobre a pintura de Matisse (eis o porquê do titulo em francês), e ouve um encontro em forma pontual, sobre a visão do mestre perante o mundo, por de trás, de um rectângulo de pequenos vidros”, refere o autor.
Em sua opinião, “ao analisar as janelas pintadas por Matisse, é possível perceber uma ênfase no uso de cores vibrantes e contrastantes. A sua paleta é composta por tonalidades intensas, que saltam aos olhos e evocam uma sensação de alegria e energia. Essa escolha de cores ousada é uma marca registada do pintor. Rompeu com as tradições e convenções do seu tempo”.
Além disso, “as suas janelas apresentam uma abstracção geométrica distintiva, simplificando as formas, reduzindo-as a linhas e formas básicas, mas mantendo a sua identidade reconhecível. Essa abordagem influenciada pelo cubismo e pelo fauvismo confere às janelas um aspecto quase simbólico, onde a realidade é interpretada e transformada em formas mais pictóricas”.

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