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Derrapagem nas obras do Mercado da Graça pode chegar aos 4 milhões de euros, afirmam socialistas

Os vereadores do PS à Câmara Municipal de Ponta Delgada manifestaram a sua preocupação com a derrapagem na execução das obras do Mercado da Graça. Segundo os socialistas, o somatório dos atrasos pela suspensão, correcções do projecto, a resolução da anterior empreitada e lançamento de uma nova e respectivas indemnizações ao empreiteiro, fiscalização e comerciantes do mercado, “poderão atingir os quatro milhões de euros”.
Durante a última reunião autárquica, os vereadores do PS destacaram o atraso na conclusão da obra que, na melhor das hipóteses, só estará concluída em finais de 2024.
“A obra consignada e iniciada em Setembro de 2021, estava orçada em 1.2 milhões de euros, estando a sua conclusão prevista para Agosto de 2022 e, mais tarde, para o ano seguinte, devido à necessária correcção do projecto”, referiu o vereador André Viveiros, para lamentar que agora “as mesmas venham a atingir um custo total para o município de cerca de quatro milhões de euros”.
Na ocasião, André Viveiros referiu ainda a indemnização devida aos comerciantes do Mercado da Graça que já fizeram saber “ser insuficiente para compensar os prejuízos verificados na sua atividade”, mencionando, ainda, a perda de receitas por parte da Câmara Municipal, provenientes do parque de estacionamento onde agora funciona o mercado. Para o vereador socialista, a estes custos devem ainda somar-se “as perdas de receitas de rendas dos inquilinos por mais de três anos, bem como os custos que terá de pagar à concessionária pelo aluguer, pelo mesmo tempo, do parque de estacionamento”.
“A estes, devem ainda somar-se os prejuízos na promoção turística da cidade e do concelho, que decorrem do facto do Mercado da Graça ser um ponto de referência para quem nos visita e prejuízos para os comerciantes da baixa, que ficaram sem o parque de estacionamento”, defendeu o socialista, para salientar que infelizmente também os comerciantes do Mercado continuarão a sofrer prejuízos, na medida “em que continuarão a registar perdas, até os clientes retomarem o hábito de voltarem a fazer as suas compras naquele espaço”.

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