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Vasco Cordeiro diz que o Governo Regional do PS tem medidas concretas para combater o despovoamento em todas as ilhas

Vasco Cordeiro sublinhou, estontem, na ilha das Flores, que o programa eleitoral do PS às eleições Regionais do próximo dia 4 de Fevereiro apresenta “medidas e respostas concretas para combater a perda de população”.
O candidato a Presidente do Governo Regional falava à saída de uma visita à creche “O Girassol”.
Vasco Cordeiro sublinhou que os Censos 2021, o estudo mais recente do Instituto Nacional de Estatística, “demonstram que toda a Região está confrontada com o desafio demográfico”, recordando que “entre 2011 e 2021 houve uma crise financeira muito grave, um conjunto de perturbações que certamente tiveram influência nisso”.
O Presidente do PS/Açores lembrou que o ‘Desafio da Demografia como Condição de Sustentabilidade’ é uma das linhas estratégicas do programa de Governo do Partido Socialista, apresentado no último domingo.
No documento, recordou, o PS assume como compromisso para a próxima legislatura “investir na criação de novas creches”.

“Faltam 700 lugares em creches”,
diz Vasco Cordeiro

“Os Açores têm a necessidade de mais 500 a 700 lugares em creche. Quando nós referimos a necessidade de investir em novas creches. Não nos podemos ficar apenas, como ficámos nestes últimos três anos do Governo PSD/CDS/PPM, em criar mais lugares nas creches que já existem. Isso é uma medida que pode resolver algumas situações, mas não é a resposta a esse desafio da necessidade de mais creches”, frisou.
“A medida do Governo da República de instituir as creches gratuitas, garantindo a sua implementação e financiamento também na Região Autónoma dos Açores é boa, mas cria novos desafios, porque há a necessidade de ter mais lugares em creches e investir na criação de novas creches. E este é um compromisso que o Partido Socialista concretizará, sendo Governo Regional”.
Vasco Cordeiro destacou, ainda, que o PS “fará uma aposta clara em políticas sociais”, sobretudo em “dar condições aos jovens casais, às jovens famílias, para que tenham uma rede de apoio, seja no âmbito da Infância, da Educação, da Saúde e até do apoio aos idosos”, para que se possam tornar mais apetecível a sua instalação nas nossas ilhas.
O candidato socialista garantiu, também, que um Governo por si liderado irá apostar em políticas económicas, para “ajudar à criação de oportunidades de emprego que permitam fixar pessoas”, mas também em “políticas de acessibilidades, incluindo as acessibilidades digitais”.
“Há um caminho progressivo para além das creches. Por exemplo, há também a questão dos centros de actividades de tempos livres (ATL) e uma das matérias que consta do nosso programa de Governo é exactamente o de caminharmos também numa solução que possa incentivar as famílias a aderirem a essa resposta, porque entendemos que ela é importante não apenas para as famílias, mas também para as próprias crianças em termos de formação”, salientou o candidato do PS a Presidente do Governo Regional, Vasco Cordeiro.

“Fazer o que tem de ser feito”

O candidato do PS/A a Presidente do Governo salientou que a ilha das Flores “precisa” de um Governo Regional com a capacidade de “fazer o que tem de ser feito”, frisando que é necessária “maior capacidade de decisão, maior rapidez, maior celeridade e maior agilidade em recuperar a obra do porto das Lajes das Flores, essencial para esta ilha e para os Açores”.
Vasco Cordeiro lembrou que as obras do Porto das Lajes das Flores que foram concluídas, a Ponte Cais e a obra de protecção de emergência, são obras que “foram ainda lançadas pelo Governo Regional do PS” e que “no passado mês de Outubro, fez quatro anos que o porto foi destruído pelo Furacão Lorenzo”.
“Durante três anos, o Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM) apenas avançou com o lançamento do concurso público para o Cais Comercial (…), sinalizou.
Vasco Cordeiro criticou que o Governo da Coligação se “desculpe” com o Governo da República”, quando “só em Outubro de 2023, a propósito de questões financeiras, é que o Governo Regional apresentou documentação ao Governo da República que levou à decisão imediata de reforçar a solidariedade nacional, a propósito do Furacão Lorenzo”.
O candidato do PS a Presidente do Governo Regional lembrou que a solidariedade nacional foi “assumida em 85% das despesas que foram da recuperação dos estragos do Furacão Lorenzo” e que aquilo que o Governo da Coligação fez, pela mão do seu Presidente, foi “pedir um limite para essa solidariedade”.
“Se há um problema de limite de solidariedade, isso deve-se ao actual Governo Regional, que pediu que fosse fixado esse limite de 128 milhões de euros, quando o que estava inicialmente assumido era 85% de cerca de 300 milhões de euros, que era o total dos prejuízos causados pelo Furacão Lorenzo”.

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