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Vasco Cordeiro afirma que “quem quiser um Governo para fazer o que deveser feito, vota no PS”

Vasco Cordeiro salientou, Domingo, em Angra do Heroísmo, que os Açorianos “precisam de ter um governo estável, que traga estabilidade” e que precisam de um Governo Regional que decida e que “faça aquilo que é preciso fazer”.
“É para isso que me candidato a Presidente do Governo Regional e quem entender que é isso que a Região precisa, vota no PS”, reforçou o socialista.
Vasco Cordeiro realçou que os Açorianos “procuram um Governo estável e que faça obra” e que o problema “é que este Governo da coligação (PSD/CDS/PPM) fala muito, faz pouco e é instável”.
No local, Vasco Cordeiro reagiu à sondagem publicada pelo nosso colega ‘Açoriano Oriental’ e realçou que, os Açorianos inquiridos nesta sondagem, “demonstram claramente uma preferência por Vasco Cordeiro para Presidente do Governo Regional e não por José Manuel Bolieiro”.
“Quem entender que não é possível nos Açores termos um Governo com o Chega, deve votar no Partido Socialista. Aquilo que já se percebeu é que votar na coligação é a mesma coisa que termos o Chega no Governo Regional dos Açores”, apontou o Presidente do PS/Açores.
Numa passagem pelos salões de bailinhos da Terceira, Vasco Cordeiro recordou que o Partido Socialista propõe, no seu programa eleitoral, uma “revisão completa do regime jurídico de apoio a actividades culturais”.
“Torna-se necessário reformular esse sistema de apoios, garantindo uma distinção entre aquilo que são apoios mais a longo prazo, mais a curto prazo, para projectos, para actividades plurianuais, ou para actividades mais isoladas e, portanto, esta é uma necessidade que se afigura importante fazer”, sublinhou.
Vasco Cordeiro entende que é necessário, também, “reformular por completo o papel que a cultura pode ter no desenvolvimento das nossas comunidades”, defendendo “uma perspectiva integrada, em articulação com as áreas da Educação e da Economia”, mas também “com a Acção Social.”

Açores precisam de mais voos
e mais promoção externa

Vasco Cordeiro também frisou ontem que é “necessário reforçar as acessibilidades aéreas” e “aumentar a notoriedade da nossa Região, de todas as nossas ilhas”, de forma a “suscitar um aumento de procura”, que contribua para o crescimento do mercado turístico, na Região.
O candidato a Presidente do Governo Regional falava após reunir com o com o Núcleo da ilha Terceira da Associação de Alojamento Local.
“Neste momento há seis ilhas da nossa Região que, em Novembro de 2023 face a Novembro de 2022, registam números negativos em termos de número de dormidas”, sublinhou, realçando que esse decréscimo não é alheio à redução da presença da Ryanair na Região.
Vasco Cordeiro lembrou que o Governo Regional “fez um acordo de pagar 4,2 milhões de euros, em dois anos, à Ryanair, colocando a ênfase na questão do número de lugares”, mas esquecendo outras questões fundamentais.
“Este Governo da coligação PSD/CDS/PPM esqueceu um dos aspectos fundamentais, que é a presença dos Açores na rede de comercialização da Ryanair. Essa é uma diferença fundamental relativamente aquilo que o PS faria”, assegurou o socialista.
Vasco Cordeiro salientou, ainda, que o PS irá apresentar, na Assembleia Legislativa Regional, uma proposta para isentar o alojamento local nos Açores da contribuição extraordinária sobre o alojamento local.

Apostar na fixação e valorização
dos profissionais de Saúde

Já no Sábado, Vasco Cordeiro salientou que o Governo Regional do PS que resultar das eleições do próximo dia 4 de Fevereiro, irá “reforçar o processo de fixação e valorização dos profissionais de Saúde”, de forma a garantir melhor acessibilidade aos cuidados de saúde.
O candidato a Presidente do Governo Regional falava após reunir com a Direcção do Sindicato Independente dos Médicos, em Ponta Delgada.
Vasco Cordeiro considera que “deve ser feito um levantamento das necessidades de recursos humanos do Serviço Regional de Saúde (SRS) a 10-15 anos”, de forma a “poder definir a política de valorização remuneratória, de atractividade e de incentivos à fixação no conjunto de profissões de Saúde em que a Região é mais deficitária”.

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