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Museus da RibeiraChã engradencem Festival da Malassadas

A freguesia da Ribeira Chã tem portas dos seus núcleos museológicos, em horário extraordinário, das 15h00 às 17h00, ontem e hoje, no Festival da Malassada
Com esta iniciativa, o Centro Social e Paroquial da Ribeira Chã pretende divulgar os núcleos museológicos da freguesia da Ribeira Chã, nomeadamente o Núcleo de Arte Sacra e Etnografia; o Núcleo Museológico da Adega e o Núcleo Museológico da Agricultura e Quintal Etnográfico. Esta é uma forma de manter vivas as raízes do seu povo, criando uma consciência colectiva de identidade expressa nos vários núcleos museológicos disseminados pela freguesia, que foram fundados pelo padre João Caetano Flores, grande responsável pelo desenvolvimento da localidade, na segunda metade do século XX.
Desta forma, o público que, neste fim-de-semana, escolher a Ribeira Chã para desfrutar da degustação de iguarias alusivas à época carnavalesca, em que a malassada é rainha, pode conhecer melhor a história e a cultura dessa pequena freguesia, do concelho de Lagoa.
No Núcleo de Arte Sacra e Etnografia, assumem papel destacado a religiosidade e a etnografia, expondo-se reconstituições, da antiga igreja. A exposição também inclui quadros ligados à etnografia regional e à cultura popular. Neste núcleo localizado no piso superior do Centro Social e Paroquial da Ribeira Chã também se homenageia e se perpetua a memória do fundador.
O Núcleo Museológico da Adega é um espaço dedicado à cultura vinícola da Ribeira Chã, que homenageia os vitivinicultores da freguesia. Nele demonstram-se todos os processos tradicionais na produção do vinho de cheiro, desde a apanha da uva ao amadurecimento do vinho, expondo-se objectos usados na atividade.
O Núcleo Museológico da Agricultura representa o passado agrícola da Ribeira Chã, fazendo alusão à cultura do pastel, que tornou esta freguesia, nos séculos XVI e XVII, um importante centro de produção em larga escala e a cultura do trigo, tema central ao longo da exposição, que foi das primeiras a ser praticada em grandes quantidades, exportando cereais para o Reino e praças de África no decurso do século XV.

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