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CHEGA critica atraso da futura cadeia de São Miguel

O novo estabelecimento prisional de São Miguel “é uma obra necessária e urgente”, mas a sua construção não pode servir para “andarem a usar os nossos impostos e tirarem o nosso dinheiro das nossas mesas, para movimentarem bagacina de um lado para o outro”.
As declarações são do cabeça-de-lista do CHEGA pelo círculo eleitoral dos Açores às próximas eleições legislativas, Miguel Arruda, que ontem visitou os terrenos da futura cadeia de São Miguel, no Cabouco – Lagoa, onde denunciou a “obra faraónica onde se gastaram milhões de euros para movimentar pedras”. Miguel Arruda questionou a localização da nova cadeia, num terreno cedido pelo Governo Regional, “quando se sabia que neste terreno é praticamente inviável a construção” o que levou a que se gastassem milhões de euros apenas para a retirada da bagacina, levando até a alguns recuos no processo”.
“Com tantos terrenos em São Miguel ao abandono, tantas reservas agrícolas e florestais que andam a criar ratos e silvas. Porque vieram para aqui? Algo se passa com a gestão do nosso dinheiro e dos nossos impostos que pagamos todos os dias”, denunciou Miguel Arruda. Só com um deputado do CHEGA na Assembleia da República vai ser possível acabar com a corrupção e com o amiguismo na Região, denunciando os negócios duvidosos que acontecem nos Açores e que apenas servem os interesses de alguém, em vez de servirem os interesses dos Açorianos”, disse.

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