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Homem de 39 anos de Rabo de Peixe começou a ser julgado por tentativa de furto na freguesia do Pico da Pedra

Iniciou-se ontem no Tribunal de Ponta Delgada o julgamento de um homem de 39 anos, residente em Rabo de Peixe, acusado pelo Ministério Público da prática de um crime de furto qualificado tentado e de três crimes de injúria.
De acordo com a acusação, o suspeito tinha antecedentes criminais pela prática de crimes contra a propriedade e era consumidor de produtos estupefacientes. Sem profissão, trabalho ou rendimento, terá decidido voltar à prática de furtos, em residências e seus anexos, para prover o seu dia-a-dia e sustentar os seus consumos.
Os factos de que vem acusado ocorreram no dia 29 de Julho do ano passado, pelas 04h25 da madrugada, quando o arguido, acompanhado por um indivíduo que não foi possível identificar, ter-se-á dirigido a uma residência na freguesia do Pico da Pedra. No local, terá rasgado a rede da porta do quintal, trepado para o terraço do primeiro andar da habitação e forçado a porta de acesso aos quartos. Nesta altura, terá sido surpreendido pelo ofendido que, alegadamente, o conseguiu segurar por minutos. No entanto, o acusado terá conseguido escapar para a via pública, tendo sido detido pela PSP pelas 04h35 a aproximadamente 300 metros da residência.
No dia seguinte, no Tribunal de Vila Franca do Campo, o arguido ter-se-á dirigido a três agentes da PSP que efectuaram a sua condução, insultando-os.
No entender do Ministério Público, o homem sabia que se dirigia a agentes da PSP que se encontravam no exercício das suas funções, ofendendo a sua “honra e dignidade pessoal e profissional”. Além disso, tinha conhecimento de que estava a agir contra a lei.
Após ouvir os factos sobre ele imputados, o acusado optou por prestar declarações em Tribunal. Explicou que, à data do ocorrido, tinha fumado “um pacote de sintética num cachimbo” e que, por isso, estava desorientado. Frisou, também, que a sua intenção não era roubar nada da habitação, acrescentando que apenas queria “pedir ajuda” por estar sob o efeito de substâncias que lhe estavam a causar “paranóias”. Mostrou-se arrependido e pediu que o Colectivo de Juízes lhe desse uma oportunidade.
O arguido, que já cumpriu uma pena de seis anos de cadeia em Lisboa, encontra-se detido preventivamente no Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada, onde está a trabalhar e na escola. Ademais, está a fazer tratamento de toxicodependência.
Carlota Pimentel

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