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Paula Cabaça chamou a atenção para o potencial da Macaronésia no sector do turismo de cruzeiros

A Presidente do Conselho de Administração da APRAM, S.A., defendeu na CLIA Cruise Week Innovation Expo, que decorreu em Génova, que os cerca de 40 novos navios que estão projectados e em construção até 2028, poderão ser uma oportunidade para incrementar mais escalas na região da Macaronésia e esbater a sazonalidade no porto do Funchal.
Paula Cabaço, durante o painel em que participou, dedicado à diversificação dos destinos, referiu que “temos de encorajar as companhias a efectuarem escalas no corredor atlântico, no Verão,” quando por exemplo, na Madeira, “temos o porto de cruzeiros disponível.” e “oferecer roteiros de proximidade, seguros, com modernas infraestruturas portuárias, associadas à prestação de serviços de qualidade, para além dos atributos únicos dos respectivos territórios.”
Relembrou que a CAI, Cruise Atlantic Islands, uma marca e parceria criada, em 1994, entre a Madeira e Canárias tem agora, 30 anos depois, personalidade jurídica com a criação da Associação dos Portos das ilhas da Macaronésia, passando a incluir também Cabo Verde e os Açores.” A Associação surge precisamente da vontade que todos temos de estar mais próximos das companhias de cruzeiros através do desenvolvimento de um plano conjunto de promoção e comunicação.”
Neste momento, a CAI está a preparar o site, que será apresentado no decorrer deste ano, e que irá agregar informação relativa aos diferentes portos que integram a Associação, “com o objectivo de facilitar o trabalho das companhias, quando pretendem delinear um novo roteiro ”, afirmou Paula Cabaço, acrescentando que “a CAI oferece um produto/destino integrado, com múltiplas ofertas, de Cabo Verde aos Açores, passando pela Madeira e Canárias que se podem congregar num único itinerário.”
Referiu a importância que o itinerário conjunto entre os portos da Madeira e das ilhas Canarias representa, que corresponde a 43% do volume total de escalas que visitam os portos da Região por ano. “Com efeito, os nossos principais clientes são as companhias que escolhem os portos de Canárias para fazer o seu turnaround e que normalmente, fazem escala no Porto Funchal numa base semanal ou quinzenal “ e adiantou que “seguem-se os navios do corredor atlântico que representam mais de 25% das escalas registadas no arquipélago da Madeira, com grande peso dos navios com origem no Reino Unido, (maioritariamente, companhias inglesas) que vêm do norte da Europa até Canárias ou até Cabo Verde, passando sempre pela Madeira no regresso aos portos de origem.”
Paula Cabaço disse que em terceiro lugar estão as escalas em transatlântico que representam 15% do volume de escalas.

J.M.

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