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D’s para a disrupção que tarda no PS/Açores

O Partido Socialista é um dos grandes partidos da Democracia e da Autonomia. Passados 50 anos da sua fundação, exigem-se respostas a uma sociedade profundamente diferente da existente no ano de 1974.
Nos Açores, o Partido Socialista, vê agora uma oportunidade de responder a essa mesma sociedade, num novo ciclo que se deve abrir com as eleições internas para a liderança do Partido Socialista dos Açores.
O PS/A, necessita de uma profunda disrupção interna para que possa externamente projetar a mudança e reconquistar a confiança dos Açorianos.
Os D’s que o PS/A necessitaria implementar para se (re)afirmar como o grande partido que é, com origem no povo, e que aos longos dos anos, com erros e omissões, mas também conquistas, se posicionou maioritariamente ao lado de uma sociedade justa:
Diversidade de representação – órgãos locais e regionais do partido constituídos, pelo menos, com 75% de militantes que se autopropõem a integrar esses mesmos órgãos;
Definir Primárias- Os militantes e simpatizantes disponíveis para representarem o partido nas assembleias de freguesia e municipais, nas câmaras municipais, no parlamento regional, nacional e europeu, precisariam apresentar-se ao escrutínio interno e serem votados pelos seus pares, e não meramente indicados pela liderança do partido e o circuito fechado;
Debate de Ideias – criação de grupos de pensamento por ilha e temáticos para contribuir para a ação do PS/A nas juntas de freguesias, nas câmaras municipais, nos parlamentos regional, nacional e europeu. Estes grupos, abertos a simpatizantes, criaria no PS oportunidade para o debate interno, com propostas para os Açores que, pela voz dos eleitos, também, poderiam ser apresentados nos órgãos de decisão institucionais;
Diligenciar pela criação de quadros políticos – garantir que o PS/Açores tem quadros políticos para melhor servir os Açores, fora de círculos fechados com as mesmas oportunidades para os mesmos.
Delimitação de mandatos – os eleitos nos órgãos do partido, os representantes na assembleia regional, parlamento nacional e europeu e os nomeados para o Governo (secretários regionais, diretores regionais e outros cargos de nomeação), deveriam ter um limite de mandatos a mesma função.
Demografia– aumentar o número de militantes e simpatizantes em todas as ilhas;
Dignidade à paridade – garantir paridade, sem empurrar as mulheres para lugares não elegíveis e os homens para os elegíveis. Uma mulher, um homemou um homem, uma mulher;
Definir listas abertas – liderar a alteração ao sistema eleitoral, tornando-o representativo da escolha dos Açorianos, pelo sistema de listas abertas. O povo escolhe o candidato que melhor o representa, na lista apresentada pelo PS/A.
No fundo, os desafios do PS/A são os da coesão interna, da inovação e conhecimento e o da sustentabilidade demográfica e política.
As premissas do pensamento livre, do rigor e da competência no PS/Açores, trarão as melhores opções aos Açores.
Os Açores não podem esperar por uma geração para mudar os índices de desenvolvimento, isto seria a condenação de uma parte expressiva dos Açorianos que todos os dias trabalham e que acreditam na sua terra e de outros que sonham voltar à terra onde nasceu.
Importa uma alteração profunda no PS/Açores, para o futuro dos Açores, para alterar os olhos da população sobre o PS/A. Um partido de volta à sua base natural, o povo, falando diretamente para ele e trabalhando para este, com total respeito pelo mérito e opinião livre, sem destinos predefinidos de uns em detrimento de outros.
Os Açores precisam iniciar o caminho da mudança já! A casa de partida é a apresentação de uma candidatura disruptiva para o futuro dos Açores!

Sónia Nicolau

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