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Hospital do Divino Espírito Santo reinicia Terça-feira a actividade na área de Imagiologia

O Conselho de Administração do HDES informou ontem que, a partir do dia 11, Terça-feira, a unidade hospitalar retomará a sua actividade na área da Imagiologia, com o arranque da actividade programada dos exames de radiografia convencional, tomografia computorizada (TAC), ecografia, ressonância magnética, mamografia, osteodensitometria, digestivos e radiologia de intervenção.
Contudo, todos os utentes deverão aguardar um contacto por parte do Hospital do Divino Espírito Santo para a realização dos seus exames.
Também a Ortopedia vai retomar Terça-feira as consultas no HDES, obedecendo ao seu agendamento e circuito normal.
Desde o dia 3 de Junho que a rede eléctrica se encontra totalmente restabelecida, estando ligada à rede pública por três postos de transformação. Trata-se de uma situação provisória até o posto de transformação principal ser reconstruído. “Não obstante, importa frisar que esta solução agora instalada garante níveis de capacidade superiores aos instalados antes do incêndio,” refere o Conselho de Administração do HDES.
Está ainda em curso a reparação necessária para a reabertura da Central de Esterilização, nomeadamente a substituição do revestimento do piso, azulejos e tecto, “cujo fim permitirá, então, avançar com a fase final de limpeza e testagem dos equipamentos e da água.”
Entretanto, continuam os trabalhos de limpeza e arejamento por todo o hospital e estão a ser testados todos os quadros eléctricos internos.
Ao longo deste semana, “foi ainda possível concluir os testes aos equipamentos de Imagiologia, concorrendo, desta forma, para a retoma da actividade deste serviço.”
No que à actividade clínica e assistencial, o HDES refere que, no período compreendido entre os dias 4 Maio e 6 de Junho, realizou 9.314 consultas, tendo vindo a observar “uma melhoria significativa na sua média diária”, a qual se situa, actualmente, nas 291 consultas.
Presentemente, tem 212 utentes internados nas várias unidades e, até ao final do dia 6 de Junho, já haviam sido concedidas 842 altas (exceptuando as 93 altas precoces concedidas no dia 4 de Maio).
No mesmo período de tempo, foram realizadas 218 cirurgias. Destas, 140 correspondem a cirurgias urgentes.
O hospital destaca uma média diária de atendimentos urgentes de 292 utentes.

Hospital modular vai ser
instalado no espaço do heliporto
e estará a funcionar em Agosto

A Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, anunciou ontem que vai ser instalado até Agosto o hospital modular no espaço do heliporto situado entre o HDES e a Unidade de Saúde de São Miguel. Este hospital modular “vai garantir o serviço de urgência e aliviar a pressão no sector privado”, realçou Mónica Seidi após um encontro com o Conselho de Administração do HDES, a Ordem dos Médicos e a Ordem dos Enfermeiros.
O hospital modular terá capacidade de internamento até 100 camas, blocos operatórios e cuidados intensivos.
Mónica Seidi justificou aos jornalistas, à saída do encontro, que o heliporto “não está certificado, neste momento, não é uma emergência na medida que temos uma via de circulação com condições óptimas até chegar ao aeroporto. Portanto, é necessário preparar o terreno.”
Com o novo hospital modular a funcionar serápossível aliviar serviços na CUF e em clínicas privadas, refere a governante.
Já no HDES, a previsão é de retomar o serviço de Hematologia dentro de duas semanas e no final deste mês reabrirá a ala nascente do hospital e será desactivado o Posto Médico Avançado da Cruz Vermelha.
A governante realçou que “essa possibilidade ocorrerá, em princípio, no final deste mês em que a ala nascente que não teve tantos danos associados ao incêndio, mas que tem que ser verificada e testada para calcular a segurança dos utentes. E assim já conseguiríamos ter perto de 200 camas,” disse.
No que se refere ao cansaço dos médicos, muitos dos quais já atingiram o limite de horas extraordinárias prevista para um ano, a governante tem vindo a admitir dificuldades e promete diálogo.
“Efectivamente as dificuldades são reais no terreno, mas felizmente pelo feedback que tenho tido é que ninguém até agora ‘atirou a toalha ao chão’. E isso é meritório. Da parte da tutela, aquilo que nós pudermos fazer para minimizar qualquer tipo de risco é estarmos disponíveis para falar”, realçou a governante.

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