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Taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação diminuiu em Julho

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação diminuiu em Julho pelo sexto mês consecutivo, para 4,487%, traduzindo uma descida de 2,6 pontos base (p.b.) face a Junho (4,513%).
Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu pelo nono mês, passando de 3,729% em Junho para 3,713% em Julho.
A prestação média fixou-se em 405 euros, um euro mais do que em Junho de 2024 e 35 euros acima do registado em Julho de 2023, o que traduz uma variação mensal de 0,2%.
No último mês, a parcela relativa a juros representou 60% da prestação média, o que compara com 55% em Julho de 2023.
Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação subiu 14 euros face ao mês anterior, para 611 euros, o que corresponde a uma subida de 1,2% face ao mesmo mês do ano anterior. O capital médio em dívida para a totalidade dos créditos à habitação aumentou 250 euros, para 66.529 euros.
A taxa de juro implícita no crédito à habitação desceu para 4,487%, valor inferior em 2,6 pontos base face ao registado no mês anterior, sendo a sexta descida consecutiva, acumulando uma redução de 17 pontos base desde o máximo atingido em Janeiro de 2024 (4,657%).
Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro diminuiu pelo nono mês seguido, fixando-se em 3,713%, 1,6 pontos base inferior à observada no mês anterior, sendo, neste caso, de 66,7 pontos base a diminuição acumulada desde o máximo atingido em Outubro de 2023.
Para o destino de financiamento de Aquisição de Habitação, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos desceu, para 4,448% (-2,6 pontos base face a Junho).
Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro registou a nona redução consecutiva, diminuindo 1,5 ponto base face ao mês anterior, fixando-se em 3,691%. Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 405 euros, um euro acima do mês anterior e mais 35 euros (9,5%) que em Julho de 2023.
Do valor da prestação, 244 euros (60%) correspondem a pagamento de juros e 161 euros (40%) a capital amortizado.
Em Julho de 2023, a componente de juros representava 55% do valor médio da prestação (370 euros) e 17% no mesmo mês de 2022. Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação subiu 14 euros em Julho face ao mês anterior, para 611 euros (subida de 1,2% face ao mesmo mês do ano anterior).
Em Julho de 2024, o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos subiu 250 euros face ao mês anterior, fixando-se em 66 529 euros. Para os contratos celebrados nos últimos 3 meses, o montante médio em dívida foi 127 541 euros, mais 1 599 euros que em Junho.

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