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Governo prioriza gestão clínica em nova fase de administração do HDES

O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, comunicou ontem à Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores a indigitação da Dra. Maria Paula Raposo Fonseca Macedo Paz Ferreira para futura Presidente do Conselho de Administração do Hospital do Divino Espírito Santo (HDES) de Ponta Delgada E.P.E.R., sucedendo à Dra. Manuela Gomes de Menezes, a quem, aliás, agradeceu a missão cumprida.
A escolha da Dra. Paula Macedo, para esta nova fase de administração do HDES, baseia-se no seu perfil clínico e na sua reconhecida competência profissional.
A Presidente indigitada é a pessoa indicada para, como pretende o Governo, afirmar, nesta fase, a prioridade clínica para fazer face à crise na assistência clínica, após o incêndio e evacuação total dos doentes do HDES, e ainda, para concretizar as grandes opções de funcionalidade do hospital novo, no HDES, tudo em estreita articulação com o Governo dos Açores, de modo a assegurar a estabilidade e a confiança necessárias na qualidade dos cuidados de saúde prestados à população.
Nesta nova fase do HDES, de renovação e recuperação, na sequência do incêndio ocorrido no passado mês de Maio, o princípio orientador será “tudo pela segurança, nada com precipitação”, procurando garantir-se que as decisões e acções são tomadas com a devida prudência e sempre em prol da segurança dos utentes e profissionais de saúde.
“A prioridade é, sem dúvida, a gestão clínica, que presidirá a todas as escolhas,” afirma.
O Governo dos Açores continuará a trabalhar para garantir a estabilidade funcional do HDES, não apenas durante esta fase de recuperação, mas também assegurando a importância estratégica do seu funcionamento futuro, agora sob a liderança da Presidente indigitada para o Conselho de Administração do HDES – será priorizado o prosseguimento de uma gestão eficaz, que preserve a continuidade dos cuidados de saúde com qualidade e eficiência, focada no bem-estar da população açoriana. A mudança no HDES, imposta pelo incêndio, é feita agora em função de prioridade do perfil clínico, para todas as decisões, relativas ao presente e futuro do hospital novo, que nesta fase mais imediata e transitória envolve a implementação do hospital modular, mas também a aposta inequívoca na funcionalidade do futuro hospital novo, nas instalações do velho hospital a adaptar em função do futuro. Por via dessa opção e apenas por ela se opta pela mudança.

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