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Refúgio do Mirante oferece ambiente famíliar, rústico e chique nos Arrifes, afirmam Nélson Simas, um dos seus proprietários

Correio dos Açores – Qual a história da do Refúgio do Mirante?
Nelson Simas (Co-proprietário do Refúgio do Mirante) – Num ambiente rural e místico, com a exuberante paisagem natural de um centenário mirante e verdejantes prados, a celebração do vosso evento no Refúgio do Mirante será certamente um dia de sonho, memorável e inesquecível!
O espaço do Refúgio do Mirante compreende o Mirante associado a edificado, representando um signo da paisagem açoriana, com valor histórico, cultural e patrimonial na ilha de São Miguel, símbolo de uma época memorável em todo o arquipélago, o “ciclo da laranja” identitária de uma grande riqueza.
No espaço destaca-se o Mirante como elemento da arquitectura, na paisagem micaelense, dotado de interesse histórico, técnico-construtivo e paisagístico, contribuindo para a valorização patrimonial como factor de identidade regional.
A casa mãe “Wine House” compreende três salas dispostas longitudinalmente, para acolher eventos, permitindo uma incrível vista para o espaço verde envolvente. Aliada aos espaços interiores, existe uma área exterior composta por espaço verde de lazer, piscina e estacionamento, onde também realizam eventos numa estrutura amovível.
O Refúgio do Mirante possui um excelente serviço de catering próprio, realizado por profissionais qualificados que desenvolverão uma ementa personalizada para a vossa recepção, considerando sempre as vossas preferências. Disponibiliza ainda o serviço de decoração e possui ainda parcerias com empresas de animação musical e infantil.
O Refúgio do Mirante localiza-se numa antiga Quinta, com cerca de 2.720 m2, situada na Canada do Ferreiro n.º 2, nos Arrifes, inserida numa paisagem natural agrícola, a cerca de 3 km da cidade de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, no Arquipélago dos Açores.

Quem está a gerir a quinta?
O negócio é da nossa família e como tínhamos gosto em ter uma área deste género achamos que seria interessante evoluir nesse sentido. Compramos o espaço em ruína e neste momento é um dos poucos espaços de eventos com licença. Oferecemos um ambiente familiar, mas rústico ou mais chique. Também temos eventos para turísticas, uma vez que o valor do imóvel é um atractivo substancial.
Contamos com uma equipa profissional e dedicada.

Há algum motivo para terem escolhido esta localização?
A localização é excelente porque estamos próximos de Ponta Delgada e no início da freguesia dos Arrifes. Efectuamos a compra antes da concepção do negócio. Em conversa entre familiares é que surgiu essa opção. Tenho experiência em gestão e também na área hoteleira e sempre tive uma paixão pela criação de projectos.
O Refúgio do Mirante localiza-se numa antiga Quinta nos Arrifes, inserida numa paisagem natural agrícola a cerca de 3 km da cidade de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, no Arquipélago dos Açores. Essa proximidade permite alavancar e catalisar a respectiva publicidade inerente ao espaço, promovendo a divulgação do respectivo roteiro turístico.

Que tipos de eventos organizam?
Todo o tipo de eventos: familiares, empresariais e turísticos. Damos sempre prioridade a produtos locais, tendo nas tapas, sobremesas e compotas de laranja, de modo a respeitar o passado, ou seja, o “ciclo da laranja”. O “ciclo da laranja” corresponde à cultura e produção da laranja, nos Açores, com início no final do século XVI, dado o citrino ser muito vulgar na época. A comercialização da laranja dos Açores, com a sua exportação para a Europa Continental sobretudo para a Inglaterra, nos séculos XVIII e XIX, tornou-se a principal actividade económica açoriana, sendo responsável por uma época de grande riqueza em todo o arquipélago, principalmente na ilha de São Miguel. No Inverno a decoração interior remete, através de elementos como a laranja, folhas da laranja, para o ciclo da laranja. Toda a lógica permite ao visitante mergulhar no conceito, por recurso, também aos elementos decorativos na atmosfera pretendida. Pretende, corolário do exposto, mantendo todo o edificado, divulgar o mesmo. O conceito “wine house” procura, atraindo visitantes e partilhar o edifício. Temos um Programa com os seguintes conteúdos:

Programa de Actividades
1ª etapa: Recepção dos clientes e divulgação do Roteiro, através de entrega da respectiva Brochura; apresentação da equipa; apresentação da duração e ementa (tapas, vinho e sobremesas) e welcome-drink com vinho dos Açores;
2ª etapa: Percurso no interior da “Wine House”, antiga moradia do século XVIII, com explanação da história do lugar, dando ênfase a informação em vídeo, do “Ciclo da Laranja”;
3ª etapa: Subida ao Mirante com apreciação do silêncio nas vistas e paisagem envolvente, com a degustação do 1º vinho;
4ª etapa: Almoço de tapas elaborado com produtos locais, nas salas de clientes, recorrendo a pão regional, queijos dos Açores, doces/compota dos Açores, pimenta da terra, enchidos: chouriços e morcelas dos Açores, ananás dos Açores, laranja dos Açores, chá da Gorreana e bolo a acompanhar. O serviço de tapas consiste em oferecer ao cliente, um produto baseado na gastronomia regional, de modo a permitir uma apreciação e envolvência no contexto cultural e arquitectónico;
5ª etapa: Visita à Adega com degustação de produtos vinícolas regionais;
6ª etapa: Venda de produtos de artesanato, cerâmica locais e vinhos regionais na Gift Shop.
7ª etapa: Encerramento das actividades associadas e despedida dos visitantes.

Estão a ser procurados por estrangeiros?
Também estamos a ser procurados por estrangeiros, uma vez que estamos a desenvolver actividades de animação turística, uma vez que possuímos licenciamento para tal. Estamos a organizar eventos associados a turistas, eventos vínicos com tapas, etc.

Como combatem a sazonalidade?
Com eventos para locais. Nunca poderemos deixar de referir que o público local é essencial. Não esquecer que o conceito de “Refúgio” remete para a fuga e ninho. Pretende-se que os clientes se transportem do dia-a-dia; assim, o “Refúgio” apela à tranquilidade e envolvência do espaço e permite, ao valorizar o silêncio e a natureza envolvente, remeter para as memórias da laranja, do vinho e de todo o frenesim económico associado ao chamado “Ciclo da Laranja”. Como elemento, que directamente une a moradia com o “ciclo da laranja” coube-nos honrar essa memória, mantendo-a viva ao considerar parte do conceito, e logo, elemento-chave no agora renomeado espaço.

Frederico Figueiredo

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