O TERINOV anunciou que realizou, a sexta edição da maratona de programação Hack to Emerge. O evento, que teve lugar entre os dias 17 e 18 passado, reuniu mais de 40 participantes, centrou-se na digitalização do sector agrícola.
“Esta edição do Hack to Emerge teve o intuito de gerar novas ideias e soluções tecnológicas, permitindo abrir também um espaço de reflexão sobre as necessidades prementes do sector agrícola”, adiantou o Diretor-Executivo do TERINOV, Duarte Pimentel, citado numa nota enviada às redacções.
“O Hack to Emerge atrai empreendedores e empresários com carreira profissional consolidada, mas convida também jovens estudantes que podem ter aqui uma nova visão sobre as oportunidades desta atividade económica”, esclareceu.
Foram 13 as equipas que marcaram presença na hackaton, sendo que três fizeram-no via roadshow, incluindo a presença de uma equipa de São Miguel ao abrigo do “Azores TERINOV Visa”, uma iniciativa que assegura todas as despesas aos membros não residentes na ilha Terceira.
“A natureza dos projectos apresentados foi bastante diferenciada, o que releva a importância de ramos menos considerados da agroindústria, como a apicultura, que esteve na origem da proposta vencedora”, assinalou o Director-Executivo do TERINOV.
O júri, composto por empresários de reconhecido mérito a nível local e regional, nomeadamente – Diana Barcelos, CEO do Grupo Barcelos; Luís Vasco Cunha, CEO do Grupo Susiarte e Avelino Ormonde, CEO da BioFontinhas – garantiu a avaliação rigorosa e experiente dos projectos a concurso.
Segundo Duarte Pimentel, “esta hackaton acontece, ininterruptamente, desde 2020 e, neste momento, o Hack to Emerge é uma marca consolidada, com uma dimensão e reconhecimento não só a nível local, mas também regional e nacional”.
Nas seis edições do evento passaram pelo TERINOV, 73 equipas, 220 participantes, mais de 40 mentores, especialistas em diversas áreas, e foram atribuídos 10 mil euros em prémios às equipas vencedoras.
A primeira edição da maratona contou com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, tendo a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) assegurado, durante as cinco edições posteriores, a atribuição do prémio de 1.500 euros à equipa vencedora.
O Hack to Emerge conta ainda com o apoio do Governo Regional dos Açores, através da Vice-Presidência do Governo, e da Câmara do Comércio e Indústria de Angra do Heroísmo. Com seis anos de história, o Hack to Emerge, segundo a mesma nota, “consolidou-se como uma plataforma essencial para a ligação entre empreendedores, investigadores e empresas, reforçando o papel do TERINOV enquanto ecossistema de inovação”.