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Movimento Doentes pela Vacinação com 4 novas instituições

Há quatro novas entidades que passam agora a integrar o MOVA – Movimento Doentes pela Vacinação, que reforça a sua representatividade, credibilidade científica e capacidade de intervenção na área da vacinação em Portugal. A Associação de Asma Grave, a Associação de Doentes com Lúpus e o MOG – Movimento Cancro do Ovário e outros Cancros Ginecológicos, integram, enquanto membros efectivos, o Movimento e ainda a Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), enquanto membro do Conselho Técnico-Científico.
Este alargamento consolida o Movimento Doentes pela Vacinação como um movimento de referência na defesa da vacinação, alargando a sua área de actuação e reforçando o seu papel enquanto voz ativa e informada na promoção da saúde pública, em particular junto das populações com doença crónica e grupos de risco.
O MOVA é uma iniciativa dedicada à consciencialização para a importância da vacinação ao longo da vida, à promoção do acesso equitativo à imunização e à defesa do direito à vacinação para todos. Conta com o apoio institucional da Fundação Portuguesa do Pulmão, do GRESP – Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar e da Sociedade Portuguesa de Pneumologia.
“É com um profundo sentido de responsabilidade que acolhemos a integração de novas organizações no Movimento Doentes pela Vacinação, reforçando o nosso compromisso com a vacinação”, afirma José Albino, Presidente da RESPIRA.
“Reconhecemos que o Programa Nacional de Vacinação é uma das políticas públicas de saúde mais bem-sucedidas em Portugal. No entanto, face ao envelhecimento da população e ao aumento da prevalência das doenças crónicas, torna-se urgente a criação de um Programa Nacional de Vacinação ao longo da vida, que acompanhe os cidadãos desde a infância até à idade adulta e à velhice, incluindo populações saudáveis e populações em risco”, conclui.
Entre os seus objectivos estratégicos, o Movimento Doentes pela Vacinação destaca:
O aumento e consolidação da literacia e sensibilização da sociedade civil para os benefícios da vacinação na idade adulta;
A mobilização da opinião pública e dos decisores políticos para a comparticipação de vacinas essenciais para doentes crónicos, como as vacinas antialérgicas (imunoterapia), VSR, gripe, pneumonia, herpes zoster e tosse convulsa;
A defesa da criação de um Programa Nacional de Vacinação ao longo da vida, complementando a prevenção já existente na infância;
O reforço da informação e formação junto de populações vulneráveis, profissionais de saúde e decisores políticos.
“Em 2026, o Movimento Doentes pela Vacinação assume como prioridade promover uma reflexão estruturada sobre o papel da vacinação ao longo da vida, avaliando o estado atual e definindo metas futuras, incluindo: a redução da idade de comparticipação da vacina de alta dose contra a gripe; o reforço da vacinação contra a tosse convulsa; a avaliação do custo-efetividade da comparticipação da vacina VSR, das vacinas antialérgicas, da nova vacina pneumocócica e da vacina contra o herpes zoster”, reforça José Albino.

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