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Serviço Diocesano da Pastoral Social promove avaliação das acções sociocaritativas desenvolvidas nas comunidades

O Serviço Diocesano da Pastoral Social (SDPS) dirigiu uma carta a todos os agentes de pastoral da Diocese, apelando à realização de uma avaliação das actividades sociocaritativas desenvolvidas ao longo do Ano Pastoral 2025/2026 nas paróquias e ouvidorias.
Assinalando o encerramento das actividades deste ano pastoral, o SDPS considera que chegou o momento oportuno – um verdadeiro “Kairós” – para uma “reflexão aberta e dinâmica” sobre o trabalho realizado pelos cristãos em favor da Caridade, da Justiça e da Paz, especialmente junto dos mais “pobres, vulneráveis e injustiçados”.
Na missiva enviada aos ouvidores, párocos e leigos responsáveis pela pastoral social, é recordado o Encontro Diocesano realizado no passado mês de Março, durante o qual foi lançado um apelo à “proximidade, à presença, à escuta e ao compromisso”, em sintonia com a proposta evangélica e com o desafio de construir uma Igreja mais dinâmica, capaz de responder às “alegrias e tristezas dos homens de hoje”.
Entre as prioridades então apontadas destacam-se a identificação de situações invisíveis de pobreza ou exclusão, a escuta atenta das pessoas que vivem em solidão ou fragilidade nas comunidades, o incentivo ao voluntariado em iniciativas locais e a partilha de ideias e propostas concretas que permitam uma intervenção mais eficaz, segundo a lógica da sinodalidade.
O Serviço Diocesano da Pastoral Social sublinha que toda a acção pastoral social desenvolvida nas comunidades cristãs, independentemente da sua dimensão, “deve ser partilhada como sinal de unidade e entreajuda”. O Serviço recorda ainda que a caridade é fonte de novas iniciativas e motivações, inspiradas pela acção do Espírito Santo na vida da Igreja.
Neste contexto, é solicitado que sejam comunicadas as iniciativas realizadas durante o ano pastoral agora concluído, bem como as acções já previstas para o próximo ano. Segundo o SDPS, esta recolha de informação será fundamental para a elaboração do programa de acção pastoral para 2026/2027, permitindo uma resposta mais adequada às realidades sociais presentes na Diocese, à luz do Evangelho e da Doutrina Social da Igreja.
A carta termina com um apelo à participação de todas as comunidades, incluindo as mais pequenas, lembrando que todas são chamadas a ser “sinal de salvação e luz que ilumina os caminhos da humanidade”.
As respostas deverão ser enviadas ao Serviço Diocesano da Pastoral Social até ao dia 15 de Julho.

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