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Famílias gastam 57% do salário na renda e 58% na compra de casa em Ponta Delgada

Das 20 cidades analisadas, as famílias continuam a enfrentar maiores dificuldades para arrendar casa em Faro, onde a taxa de esforço atinge 101% do rendimento familiar. Segue-se o Funchal (99%) e Lisboa (80%). Com níveis também elevados surgem ainda o Porto (69%), Setúbal (66%), Ponta Delgada (57%), Aveiro (54%), Évora (51%), Braga (51%), Santarém (51%), Viana do Castelo (49%), Leiria (48%), Coimbra (44%) e Viseu (43%).

O esforço financeiro exigido para arrendar uma casa em Portugal manteve-se elevado, situando-se em 82% no segundo trimestre de 2026. Já na compra de habitação, a taxa de esforço nacional fixou-se nos 76%, segundo análise do idealista, o portal imobiliário líder no sul da Europa. Arrendar ou comprar casa consome grande parte do rendimento familiar, refletindo as dificuldades que muitas famílias enfrentam para aceder a habitação adequada. Apenas algumas cidades apresentam condições menos pressionadas, mostrando que o mercado imobiliário nacional permanece desafiante.

Taxa de esforço no arrendamento

Das 20 cidades analisadas, segundo o Idealista, as famílias continuam a enfrentar maiores dificuldades para arrendar casa em Faro, onde a taxa de esforço atinge 101% do rendimento familiar. Segue-se o Funchal (99%) e Lisboa (80%). Com níveis também elevados surgem ainda o Porto (69%), Setúbal (66%), Ponta Delgada (57%), Aveiro (54%), Évora (51%), Braga (51%), Santarém (51%), Viana do Castelo (49%), Leiria (48%), Coimbra (44%) e Viseu (43%).
Por outro lado, as rendas pesam menos no rendimento das famílias em Vila Real (40%), Bragança (34%), Beja (33%), Castelo Branco (31%) e Guarda (31%).
A cidade com taxa de esforço mais próxima do limite recomendado de 33% é Portalegre (30%), mantendo-se como o mercado relativamente mais acessível para arrendar casa.

Taxa de esforço para compra
de casa

Comprar casa em Portugal continua a exigir uma percentagem muito elevada do rendimento das famílias em várias capitais de distrito.
Das 20 cidades analisadas pelo Idealista, o Funchal é onde a compra de habitação representa o maior esforço financeiro, com uma taxa de esforço de 115%, seguida de Lisboa (99%) e de Faro (84%).
Com níveis também elevados surgem o Porto (82%), Aveiro (72%), Setúbal (58%), Braga (58%), Ponta Delgada (58%), Viana do Castelo (56%), Leiria (54%), Coimbra (49%), Viseu (48%), Évora (48%) e Santarém (44%), evidenciando que, na maioria destas cidades, a compra de casa continua acima dos níveis considerados sustentáveis.
Por outro lado, apenas algumas capitais de distrito apresentam taxas de esforço iguais ou inferiores ao limite recomendado de 33%. É o caso da Guarda (20%), Portalegre (23%), Castelo Branco (23%), Bragança (27%), Beja (30%) e Vila Real (31%), que se mantêm como os mercados relativamente mais acessíveis para adquirir habitação.

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